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Sr. Presidente,    

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VEJA, EM ANEXO, A “CARTA SOBRE AS CAUSAS DA MISÉRIA NO PLANETA TERRA E SUA SUPERAÇÃO”

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1. Com base no artigo 5º (liberdade de manifestação do pensamento), inciso IV, da Constituição Federal de 1988, encaminhamos, para conhecimento, como forma de divulgação do pensamento, sugestão que fizemos ao Fórum de Estabilidade Financeira, por intermédio do  e-mail, abaixo, de 18.07.2010, para utilizar a Razão Holística, QUE INCORPORA ELEMENTOS DO MUNDO MATERIAL E DO MUNDO IMATERIAL OU INVISÍVEL no método de exercício da razão humana, na reforma do Sistema Financeiro Internacional, CONHECIMENTO QUE, ACREDITO, PODERIA SER UTILIZADO EM QUALQUER ESFERA DA ATIVIDADE HUMANA, ESPECIALMENTE NA FORMAÇÃO DOS SERES HUMANOS, DESDE A INFÂNCIA, RAZÃO PELA QUAL PEDIMOS SEJA AVALIADO POR SEUS COLABORADORES, QUE SEJAM EDUCADORES E ESPECIALISTAS EM FORMAÇÃO HUMANA.

1.1 O QUE DEU ORIGEM A TUDO É O ADIMENSIONAL. É O SER SUPREMO. O SER SUPREMO É O “NADA” E, POR SER O “NADA”, PODE SER QUALQUER COISA. APESAR DE O SER HUMANO DIZER QUE O NADA É A INEXISTÊNCIA DE QUALQUER COISA, O NADA, NA VERDADE, NÃO EXISTE. O NADA É O TUDO. O NADA É O SER SUPREMO. O SER CONTINGENTE É AQUELE QUE, POR SER, NÃO PODE SER DIFERENTE DAQUILO QUE É (DIFERENÇA ONTOLÓGICA DE HEIDEGGER). TENHO A IMPRESSÃO QUE OS ANTIGOS TINHAM MUITO MAIS CONHECIMENTO DO QUE O SER HUMANO DA ATUALIDADE, MAS A PALAVRA DELES SE PERDEU, MAS TENHO A ESPERANÇA DE QUE SERÁ RECUPERADA PELOS RELIGIOSOS AO REDOR DO MUNDO.

1.2 PEDIMOS ANÁLISE DAS PONDERAÇÕES ABAIXO, POR SEUS COLABORADORES DA ÁREA DE ECONOMIA, QUE AVALIAM (PONDERAÇÕES) A POSSIBILIDADE DE UM COLAPSO, NO CURTO PRAZO, DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL, O QUE PODE AFETAR A ECONOMIA E O SISTEMA FINANCEIRO DE TODOS OS PAÍSES, E, CASO ESSAS ANÁLISES, CONFORME OPINIÃO DESSES RELIGIOSOS, TENHAM ALGUM FUNDAMENTO, AVALIAR SE NÃO SERIA O CASO DE ENCAMINHAR ESSAS CONSIDERAÇÕES PARA TODOS OS PAÍSES ONDE A URI POSSUI CONTATOS, DE FORMA A MINIMIZAR MAIS SOFRIMENTOS HUMANOS, NESSES PAÍSES, CONSIDERANDO QUE A ELITE MUNDIAL QUE CONTROLA O SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL UTILIZA, NO MOMENTO, DOS DONS RECEBIDOS PELOS DE DEUS PARA EXPLORAR E PREJUDICAR, DE FORMA EGOÍSTA, BILHÕES DE SERES HUMANOS PELO PLANETA TERRA E ISSO, NO ATUAL ESTÁGIO DE DESENVOLVIMENTO MORAL DA HUMANIDADE É INADIMISSÍVEL.

1.3 APESAR DE, APARENTEMENTE, O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL PODER SER ENTENDIDO COMO BLINDADO DE IMPACTO DIRETO DECORRENTE DO EVENTUAL COLAPSO DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL, SERIA PRECISO AVALIAR, TAMBÉM, DE QUE FORMA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL SERIA AFETADO PELA ECONOMIA BRASILEIRA, QUANDO ESTA FOR ATINGIDA PELOS EFEITOS DO COLAPSO DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL, CONSIDERANDO A INTERLIGAÇÃO DOS SISTEMAS FINANCEIRO E ECONÔMICO, BRASILEIROS, ENTRE SI, E COM OS DEMAIS SISTEMAS PLANETÁRIOS, PROCESSO QUE TAMBÉM PODE OCORRER EM OUTROS PAÍSES, SIMULTANEAMENTE.

2. Na seqüência, caso seja do seu interesse, faço análise sobre o teste de estresse dos bancos na Europa, que, no geral, geraram boas notícias na imprensa, conforme as matérias abaixo reproduzidas, cujos originais se encontram anexos ao presente e-mail:

a)     Valor Econômico, intitulada “Testes de estresse são bem recebidos na Ásia”, de 26.07.2010:

As principais bolsas da Ásia viram com otimismo os resultados dos testes de estresse aos quais foram submetidos recentemente os bancos europeus. Apesar do ceticismo inicial, a leitura do mercado é de que os dados divulgados na última sexta-feira mostram que a economia da Europa está saudável e preparada para uma recuperação sustentada. OBS: A ECONOMIA REAL TEM LIGAÇÃO DIRETA COM O SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL NO SEU ASPECTO DINÂMICO E DE INTER-RELACIONAMENTO. COMO OS EFEITOS MAIS IMPORTANTES DA CRISE FINANCEIRA AINDA NÃO CHEGARAM NA ECONOMIA REAL DA EUROPA, É VERDADEIRA A AFIRMAÇÃO DE QUE OS DADOS DIVULGADOS ÚLTIMA SEXTA-FEIRA MOSTRAM QUE A ECONOMIA DA EUROPA ESTÁ SAUDÁVEL E PREPARADA PARA UMA RECUPERAÇÃO SUSTENTADA? POR QUE DA PERGUNTA? O TESTE DE ESTRESSE ANALISOU A ECONOMIA DA EUROPA OU A SITUAÇÃO DOS BANCOS EUROPEUS? SE FOI ANALISADA A SITUAÇÃO DOS BANCOS EUROPEUS, COMO É QUE DESSE TESTE DE ESTRESSE SE PODE EXTRAIR A CONCLUSÃO DE QUE A ECONOMIA DA EUROPA ESTÁ SAUDÁVEL E PREPARADA PARA UMA RECUPERAÇÃO SUSTENTADA, TENDO EM VISTA QUE, EM TESE, A ECONOMIA DA EUROPA NÃO FOI OBJETO DE ANÁLISE DO TESTE DE ESTRESSE? HÁ UM CONTRA SENSO NESSA NOTÍCIA. AINDA QUE FOSSE VERDADEIRO QUE O TESTE DE ESTRESSE TIVESSE ANALISADO A ECONOMIA DA EUROPA E NÃO A SITUAÇÃO DOS BANCOS EUROPEUS, O QUE SIGNIFICARIA QUE A ANÁLISE DA SITUAÇÃO DOS BANCOS EUROPEUS NÃO FOI EFETUADA NO TESTE DE ESTRESSE, A ANÁLISE DA ECONOMIA DA EUROPA NADA NOS DIRIA SOBRE COMO ELA SERÁ IMPACTADA PELOS EFEITOS DANOSOS DOS DESDOBRAMENTOS DA CRISE NO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL SOBRE A ECONOMIA DA EUROPA, POIS UMA ANÁLISE FEITA, NO PRESENTE, NÃO CONSEGUIRIA CAPTAR OS EFEITOS FUTUROS DE ALGO QUE AINDA NÃO ACONTECEU SOBRE ESSA ECONOMIA.

b)    Agência Estado, intitulada: “Ações de bancos europeus sobem após resultado de testes de estresse”

O setor bancário da Espanha, que foi o mais duramente atingido pelos testes de estresse realizados pela União Européia, apresentam um certo alívio nesta segunda-feira - assim como os papéis de outros bancos europeus.

Os investidores receberam bem os resultados dos testes, que foram divulgados na sexta-feira, apesar de eles não terem revelado a deficiência de capital que muitos participantes dos mercados vinham pedindo. "OS TESTES DE ESTRESSE - APESAR DAS IMPERFEIÇÕES - DEVERÃO AJUDAR A REDUZIR OS RISCOS LIGADOS À DÍVIDA SOBERANA ESPANHOLA, A REDUZIR A INCERTEZA E AJUDAR A DAR SUPORTE A UM FINANCIAMENTO E A UM VALOR MAIS FORTES PARA OS BANCOS ESPANHÓIS", afirmou Huw van Steenis, analista do Morgan Stanley. Analistas da Espanha afirmaram que os resultados dos testes foram mais favoráveis aos maiores fornecedores de crédito do país, como Santander e Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA), e menos para os menores.

c)     Portal Exame, intitulada “Merkel: testes de estresse precisam aumentar confiança em bancos”:

A chanceler alemã, Ângela Merkel, disse nesta quarta-feira que os testes de estresse sendo feitos nos bancos europeus precisam recuperar a confiança no setor financeiro. "Os testes de estresse pelos quais os bancos europeus estão passando agora terão que recriar a confiança, e a crise bancária trouxe a questão da regulação", disse ela em uma entrevista coletiva. Ela enfatizou a força da recuperação da Alemanha e o compromisso do país com a consolidação orçamentária.

3. Outras notícias, por outro lado, criam desconfianças sobre a eficácia e validade do teste de estresse realizado nos bancos europeus, como na matéria intitulada “Testes de estresse na Europa ignoram dois parâmetros fundamentais”, da Agência Estado, de 23.07.2010, que afirma:

Diagnósticos são considerados rigorosos, mas NÃO INCLUEM CALOTE DE DÍVIDA SOBERANA, NEM AVALIAM SE OS BANCOS POSSUEM COLCHÕES DE LIQUIDEZ SUFICIENTEMENTE GRANDES Danielle Chaves, da Agência Estado.

Os reguladores da União Européia estão se esforçando para enfatizar a natureza rigorosa dos testes de estresse dos bancos destinados a aumentar a confiança no setor bancário europeu, em meio a PREOCUPAÇÕES COM A EXPOSIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES A DÍVIDA SOBERANA. No entanto, os testes ignoram dois parâmetros fundamentais.

O supervisores dizem que os testes são mais duros, em termos de hipóteses para crescimento econômico, do que os realizados por autoridades dos EUA no início de 2009, que concluíram que 10 dos 19 bancos analisados precisavam de US$ 75 bilhões em capital extra. Mas os testes europeus não incluem um default de dívida soberana, mesmo depois de os mercados financeiros terem virado um caos em maio, quando os investidores começaram a prever que a Grécia e talvez outros países endividados da zona do euro poderiam declarar default ou ter de reestruturar sua dívida.

4. No meio de tanta informação desencontrada, não é possível confiar em nenhuma informação divulgada, mas, apesar disso, podemos ler nessas notícias, nas entrelinhas, os sinais decorrentes dos fatos e buscar tirar, senão conclusões, mas indicações um pouco mais seguras, a partir da análise desses fatos, sobre o que, REALMENTE, pode estar acontecendo nos círculos ocultos do poder.

4.1 Devemos ter um cuidado adicional ao lidar nos círculos de poder, pois existem círculos de poder dentro de círculos de poder, no âmbito da elite que, VERDADEIRAMENTE comanda a economia global, conceito que inclui o Sistema Financeiro Internacional. Com sinceridade e humildade, devemos avaliar se essa elite considera o Brasil como parte dessa elite ou se essa elite nos vê, apenas, como mais uma peça no jogo de xadrez do poder político e econômico, tal qual ocorre em qualquer guerra. Essa percepção é extremamente importante, pois podemos estar participando do jogo, definindo as regras, ou estarmos sendo controlados por quem joga e define as regras. Diga-se de passagem que essa elite mundial joga, e joga muito bem, são muito profissionais e, extremamente, inteligentes. Criaram aparências de pujança econômica que confundiram a todos, e continuam confundindo, durante anos. Não se deixe enganar pelas aparências. No momento, se desenrola verdadeira guerra no silêncio dos bastidores da elite que controla a economia mundial.  

4.2 Esse é um primeiro dado (a elite que comanda a economia global nos considera como fazendo parte dessa elite) que precisa estar no nosso radar de compreensão e análise, o tempo todo, durante as reuniões com os demais países nesse jogo político e econômico, bem como na análise que fazemos, enquanto estrategistas, em qualquer organização, no momento de pensar sobre essa realidade da crise mundial para definir o que fazer frente a essa crise.

4.3 Apesar de não sabermos as reais intenções do tipo de comportamento que se deseja seja produzido por meio das informações divulgadas, e que nos chegam por meio desses círculos de poder da elite que comanda a economia global através da imprensa, devemos considerar, no nosso contexto de análise, que nem sempre essas informações são verdadeiras ou que, muitas vezes são verdadeiras, mas tem o objetivo conduzir nossa mente para linhas de ação desejadas, sem que estejamos conscientes de que, na verdade, o controle das nossas ações é externo, ou seja, alguém tem o domínio da nossa ação e pensa que nós não temos consciência disso ou que, talvez, sequer desconfiemos disso.

4.4 ESSA ELITE MUNDIAL SABE QUE OS SERES HUMANOS BUSCAM SEGURANÇA, POR MEIO DA MENTE, E QUE TODA NOVA INFORMAÇÃO É TRADUZIDA PARA O CONHECIDO DAS PESSOAS. SABEM TAMBÉM QUE O CONSCIENTE E O INCONSCIENTE COLETIVO ESPERAM QUE ALGUÉM LHES DIGA O QUE FAZER EM SITUAÇÕES DE CRISE. ESSE É O NOSSO INSTINTO BÁSICO DO MECANISMO DA SEGURANÇA, QUE LEVA À PADRONIZAÇÃO DAS AÇÕES DE MILHÕES, BILHÕES DE SERES HUMANOS NA FACE DA TERRA, E UMA DAS EXPLICAÇÕES PARA O POR QUÊ, APESAR DA GRAVIDADE DA CRISE MUNDIAL, O PROCESSO AINDA NÃO ENTROU NO SEU CURSO NORMAL DE DESMONTE DAS ESTRUTURAS VIGENTES, POR CAUSA DESSA CRISE.

4.5 O PROCESSO AINDA NÃO ENTROU NO SEU CURSO NORMAL DE DESMONTE DAS ESTRUTURAS VIGENTES, POR CAUSA DESSA CRISE, POR QUE, SOB O PONTO DE VISTA DA MENTE COLETIVA E DO INSTINTO DA RAÇA HUMANA QUE BUSCA SEGURANÇA, ADMITIR ISSO É ADMITIR A INSEGURANÇA.

4.6 É ADMITIR QUE NÃO SABERÍAMOS O QUE FAZER. É ADMITIR QUE NÃO HÁ NINGUÉM PARA NOS DIZER O QUE FAZER DIANTE DESSA CRISE E, POR ISSO, EM NOME DA SEGURANÇA, NEGAMOS ESSE PROCESSO DE FORMA CONSCIENTE E INCONSCIENTE, INDIVIDUAL E COLETIVAMENTE. ENTRETANTO, NÃO SE ENGANE, O CONHECIMENTO QUE A ELITE MUNDIAL POSSUI DESSE PROCESSO NATURAL DA PSIQUÊ HUMANA ESTÁ SENDO UTILIZADO, NO MOMENTO, PARA CONDUZIR ESSA CRISE MUNDIAL. MELHOR, DIRIA QUE ESTÁ SENDO MANIPULADO, NO MOMENTO, A BENEFÍCIO DE INTERESSES ECONÔMICOS INCONFESSÁVEIS.

5. Portanto, é importante ficar, SEMPRE, atento aos fatos. Temos FATOS NÃO COMPROVADOS de que a soma dos derivativos, no mundo, atinge cifra próxima a U$ 500 trilhões (QUINHENTOS TRILHÕES DE DÓLARES). Há excesso de liquidez no mercado global, provocado pelo processo de acumulação de riqueza financeira em desconformidade com a riqueza real da economia.

5.1 Esse processo de desconformidade é fruto, ao longo do tempo, das alavancagens, por meio de derivativos (COMPRAS E VENDAS DO MESMO DIREITO DE CRÉDITO, POR MEIO DA EMISSÃO DE VÁRIOS PAPÉIS RELACIONADOS AO MESMO DIREITO DE CRÉDITO SENDO TRANSACIONADOS, AO MESMO TEMPO, EM VÁRIOS SISTEMAS FINANCEIROS MUNDO AFORA, CRIANDO UMA CIRANDA FINANCEIRA).

5.2 Esse processo de alavancagem fez com que a economia real e a economia financeira descolassem uma da outra. Talvez o número de vezes que a economia financeira alavancou em relação à economia real (10 vezes) não seja um número exato, MAS É UM FATO QUE HÁ DESCONFORMIDADE ENTRE A ECONOMIA FINANCEIRA E A ECONOMIA REAL, FRUTO DAS ALAVANCAGENS DA ECONOMIA FINANCEIRA EM RELAÇÃO À ECONOMIA REAL, POR MEIO DE DERIVATIVOS. 

6. Você pode discordar do número constante do item 5 retro, mas seja qual for esse número, é fato que há mais DINHEIRO CONCEITO do que bens disponíveis na economia real para transformar esse dinheiro conceito em riqueza material na economia, no momento da busca pela segurança, provocada pelo pânico de eventual quebra do Sistema Financeiro Internacional. Há mais dinheiro do que bens no mundo para comprar esses bens. Resultado? INFLAÇÃO. INFLAÇÃO DO DÓLAR. Você pode estar se perguntando se realmente temos inflação do dólar? Respondo, categoricamente, que sim. Sim, temos inflação do dólar. Vide item 25 a seguir. PORTANTO, É FATO QUE TEMOS INFLAÇÃO DO DÓLAR. O PODER DE COMPRA E CONFIANÇA NESSA MOEDA ESTÁ EM EROSÃO DESDE 2001. 

7. Nesta questão de se a bolha da alavancagem vai estourar ou não, há vários posicionamentos. Escolha o seu e defina, no presente, o posicionamento estratégico do seu país, governo, Banco Central, Banco Privado, empresa ou organização, em relação à sua visão desse processo e arque, no futuro, com o erro ou com o acerto da sua visão, no presente. É simples assim. É ganhar ou perder. Esse é o jogo do poder, da política e da economia, sem qualquer tipo de valoração moral se isso está certo ou errado.

7.1 Alguns ignoram o fato descrito nos itens 5 e 6 retro. Pensam que nada vai acontecer, de fato, que tudo vai continuar como era antes, já que esse processo de aumento do dinheiro conceito não é novo, é antigo e, até o momento, nada aconteceu, de fato. Outros têm dúvidas se a bolha vai ou não estourar.

8.1 Outros têm dúvidas de quando a bolha vai estourar, ou seja, têm certeza de que esse processo vai ocorrer e se subdividem em duas categorias: a) alguns acham que esse fato vai ocorrer no curto prazo; b) outros pensam que vai ocorrer no longo prazo. Estou entre os que acham que esse processo vai ocorrer no curto prazo, ou seja, até o final do ano que vem.

9. Qual é a base da afirmação constante do item anterior. Baseio minha conclusão no endividamento de bancos e governos, conforme tabelas constantes do item 9 do arquivo Word, em anexo, de nome O Fim Está Próximo.doc, extraídas da matéria “O risco Estados Unidos”, de 18.06.2010, de Carta Capital. EUA, Grã-Bretanha, Alemanha e Países Baixos possuem dívidas externas líquidas de US$ 30,9 TRILHÕES.

9.1 Note-se que os EUA tem dívida externa líquida (US$ 13,7 TRILHÕES) do tamanho do seu PIB (US$ 14,26 TRILHÕES). Contudo, esse fato, isolado, não que dizer nada, pois isso ocorre há muito tempo, inclusive em relação a outros países, certo? Certo! Continuemos a análise.

10. Na matéria, em anexo, intitulada “Elevado déficit de capital deixa os bancos europeus mais vulneráveis”, divulgada em 21.07.2010, por Valor Econômico (SP), extraímos o quadro constante do item 10 do arquivo Word, em anexo, de nome O Fim Está Próximo.doc, bem como a afirmação de que “Relatório do IIF mostra que instituições da região enfrentam "funding gap".

11. Se somarmos as dívidas líquidas dos bancos europeus e americanos (US$ 22,5 trilhões) com as dívidas externas líquidas dos EUA, Grã-Bretanha, Alemanha e Países Baixos (US$ 30,9 trilhões), GOVERNOS E BANCOS, CITADOS ACIMA, PRECISAM, CONJUNTAMENTE E, AO MESMO TEMPO, DE US$ 53,4 TRILHÕES PARA CONTINUAR SUAS ATIVIDADES.

11.1 NOTE-SE QUE NÃO HÁ NÚMEROS DAS DÍVIDAS INTERNAS DESSES PAÍSES E QUE NÃO HÁ NÚMEROS DE DÍVIDAS EXTERNAS E INTERNAS DE OUTROS GRANDES PAÍSES E BANCOS PRIVADOS COM PROBLEMAS, OU SEJA, ESSA ANÁLISE É PARCIAL, BASTANTE REPRESENTATIVA EU DIRIA, MAS AINDA ASSIM PARCIAL, MAS CONSERVADORA, NA MINHA OPINIÃO.

12. Governos podem captar recursos em bancos, mediante venda de títulos aos investidores, desde que haja apetite dos investidores para comprar esses títulos, correto? Agora, investidores só compram papéis de bancos, se o devedor apresentar nível de risco aceitável.

12.1 Além disso, o investidor só procura investimentos financeiros das mais diversas espécies, em bancos, se os bancos forem confiáveis, correto? Como é que se encontra a necessidade de caixa dos bancos, no curto prazo, e que pode afetar o apetite dos investidores pela compra de produtos financeiros desses bancos privados no mundo todo? Vamos ver a seguir.

13. Na matéria, abaixo anexada, intitulada “Bancos estrangeiros podem enfrentar crise com vencimento de trilhões em dívidas”, divulgada em 12.07.2010, por UOL Notícias, temos:

O Banco Central Europeu, o Banco da Inglaterra e o Fundo Monetário Internacional alertaram recentemente em relação à ameaça de uma quebra, especialmente na Europa, onde os bancos já têm problemas suficientes para levantar dinheiro.

Eles temem que a fome dos bancos por refinanciamentos concorra com os governos – que também precisam renegociar grandes somas – pelos favores do mercado de títulos. Como resultado, o crédito para empresas e consumidores poderia ser muito caro e escasso, com conseqüências desagradáveis para o crescimento econômico. “Estamos correndo em direção a um precipício – é muito sério”, diz Richard Barwell, economista do Banco Real da Escócia que já foi economista sênior no Banco da Inglaterra, o banco central do país. “Ninguém parece falar muito sobre isso”. Mas, ele acrescentou: “é de importância prioritária para os empréstimos e rendimentos.”

BANCOS EM TODO O MUNDO DEVEM CERCA DE US$ 5 TRILHÕES PARA DONOS DE TÍTULOS E OUTROS CREDORES, E ISSO VENCERÁ ATÉ O FIM DE 2012, DE ACORDO COM ESTIMATIVAS DO BANCO DE ACORDOS INTERNACIONAIS. CERCA DE US$ 2,6 TRILHÕES DESSA DÍVIDA ESTÃO NA EUROPA.

Os bancos norte-americanos precisam refinanciar cerca de US$ 1,3 trilhão até o fim de 2012. Embora não se possa brincar com esse número, os analistas parecem mais preocupados com a Europa porque o sistema bancário lá já está sobrecarregado com a crise da dívida soberana.

COMO OS BANCOS ARRANJARÃO DINHEIRO É UMA QUESTÃO EM ABERTO.

14. Dentro dos próximos 12 meses, contados de Fevereiro/2010, o Tesouro EUA têm que  refinanciar US$ 2 TRILHÕES EM DÍVIDA DE CURTO PRAZO. E isso SEM CONTAR AS DESPESAS ADICIONAIS DO DÉFICIT, QUE É ESTIMADA EM CERCA DE US$ 1,5 TRILHÃO. Coloque os dois números juntos. ENTÃO PERGUNTE A SI MESMO, QUEM NO MUNDO PODE EMPRESTAR AO TESOURO AMERICANO US$ 3,5 TRILHÕES EM APENAS UM ANO? Isso é um montante equivalente a quase 25% do PIB norte-americano, conforme item 9 retro.

15. Agora coloque outros números juntos. O Tesouro Americano tem necessidade de US$ 3,5 trilhões para os próximos meses. Os bancos americanos precisam refinanciar cerca de US$ 1,3 trilhão até o fim de 2012. OS BANCOS, NO MUNDO, DEVEM CERCA DE US$ 5 TRILHÕES PARA DONOS DE TÍTULOS E OUTROS CREDORES, E ISSO VENCERÁ ATÉ O FIM DE 2012, SENDO QUE AS DÍVIDAS CRUZADAS DE UM BANCO COM OUTRO OU OUTROS BANCOS IMPEDE QUE ELES ENCONTREM SOCORRO DENTRO DO PRÓPRIO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL. OS PRÓPRIOS GOVERNOS ESTÃO COM DIFICULDADES, NO MOMENTO, DE SE SOCORREREM MUTUALMENTE, POR MEIO DE DÍVIDAS CRUZADAS, COMO SEMPRE FIZERAM NO PASSADO.

15.1 A PERGUNTA QUE NÃO QUE CALAR É DE ONDE SAIRÁ TODO ESSE DINHEIRO PARA QUE OS GOVERNOS DO MUNDO E OS BANCOS PRIVADOS INTERNACIONAIS DO MUNDO OBTENHAM RECURSOS PARA CONTINUIDADE DAS SUAS RESPECTIVAS ATIVIDADES, JÁ QUE O CAIXA DESSES BANCOS E DESSES GOVERNOS, ATUALMENTE, POR VIA DA CIRANDA FINANCEIRA DOS TÍTULOS PÚBLICOS, E DÍVIDAS CRUZADAS ENTRE BANCOS, DÍVIDAS CRUZADAS ENTRE GOVERNOS E DÍVIDAS CRUZADAS ENTRE BANCOS E GOVERNOS, É UMA COISA SÓ, E OS RESPECTIVOS CAIXAS ESTÃO DEFICITÁRIOS NAS DUAS PONTAS, INCLUSIVE ENTRE OS GOVERNOS E OS BANCOS, IMPEDINDO AJUDA MÚTUA ENTRE BANCOS E GOVERNOS, RESPECTIVAMENTE? A RESPOSTA SÓ PODE SER: O DINHEIRO VIRÁ DOS INVESTIDORES, CORRETO?

16. Como é que os EUA vão acabar com tanta dívida de curto prazo? Como a maioria das organizações que têm uma dívida muito grande, o Tesouro EUA tentou minimizar sua carga de juros com os empréstimos que está realizando ao longo do tempo para tapar o “buraco de caixa” e está rolando o pagamento dos seus empréstimos há muito tempo, utilizando, até então, a confiança e credibilidade dos investidores na solidez da sua economia e na capacidade de resistência dessa economia a choques, demonstrada ao longo de muitos anos, em que diversas crises ocorreram e, em todas elas, a economia americana, APARENTEMENTE, se saiu muito bem.

17. Não há nenhum problema em rolar o pagamento de dívidas e até agora os EUA fizeram isso sem maiores problemas, utilizando a inteligência, a confiança dos investidores e a desinformação, a seu favor. CONTUDO, OS INVESTIDORES JÁ ESTÃO PERCEBENDO QUE ESTÃO TOMANDO PARCELAS CADA VEZ MAIORES DE DÍVIDAS DOS EUA, CADA VEZ MAIS CURTAS. EM ALGUM MOMENTO VÃO SE PERGUNTAR: QUAIS SÃO AS CHANCES QUE EU (INVESTIDOR) TENHO DE REALMENTE VER O MEU DINHEIRO RESTITUÍDO? E é aí que começa o problema, pois as taxas de juros sobem drasticamente e os custos de financiamento também sobem. A FESTA ACABOU. A FALÊNCIA ESTÁ PRÓXIMA.

18. Existe o que se chama de “padrão”, quando governos vão à falência. Especuladores de moeda corrente descobriram como prever, exatamente, quando um país apresenta o “padrão” da falência. Dois economistas conhecidos, Alan Greenspan e Pablo Guidotti, publicaram a fórmula secreta em um trabalho acadêmico em 1999. É por isso que a fórmula é chamada regra Guidotti-Greenspan.

19. A regra estabelece: para evitar um “padrão” de falência, os países devem manter reservas em divisas pelo menos igual a 100% da sua dívida externa que vence no curto prazo. A empresa mundial de gestão do dinheiro, PIMCO, explica a regra da seguinte forma: “O valor de referência mínimo de reserva deve equivaler a pelo menos 100% da dívida externa de curto prazo.

20. O princípio subjacente a esta regra é simples. Se você não consegue saldar todas as suas dívidas externas nos próximos 12 meses, você é um risco terrível de crédito. Os especuladores irão segmentar os seus títulos e sua moeda, o que torna impossível refinanciar suas dívidas. NESTE CASO, SUA FALÊNCIA É GARANTIDA.

21. Os EUA detêm ouro, petróleo e moeda estrangeira na sua reserva. Têm 8.133,5 toneladas de ouro (é o maior detentor do mundo. Posição em 02/2010). Em valores correntes em dólares, da época, essas reservas de ouro valiam cerca de US$ 300 bilhões. Os EUA têm reservas estratégicas de 725 milhões de barris. A preços de 02/2010, essas reservas valiam, aproximadamente, US$ 58 bilhões. De acordo com o FMI, os EUA têm US$ 136 bilhões em reservas de moeda estrangeira, ou seja, os EUA têm cerca de US$ 500 bilhões de reservas, sendo que sua dívida com estrangeiros, a vencer nos próximos 12 meses, é muito maior do que isso.

22. De acordo com o Tesouro dos EUA, os EUA têm dívidas de US$ 2 trilhões com vencimento nos próximos meses. Olhando, apenas, a dívida de curto prazo, sabemos que o Tesouro Americano terá de financiar pelo menos US$ 2 trilhões em dívidas com vencimento nos próximos 12 meses.

23. Essa necessidade de refinanciamento não seria tão grave, se os EUA não estivessem financiando sua dívida pública interna, mas desde 1985 a dívida interna junto aos estrangeiros cresce e, hoje, os estrangeiros são donos de 44% de todas essas dívidas, o que significa que os EUA devem, pelo menos, US$ 880 bilhões nos próximos 12 meses a esses credores, dívida também muito maior do que suas reservas.

24. Os investidores vão continuar comprando títulos dos governos deficitários gastadores? Pode ser que sim e por mais algum tempo, como, de fato, estão fazendo. Devemos considerar que nesta atitude pode estar em ação o mecanismo de defesa citado no item 32, a seguir, mas esse processo poderá ter um fim, rápido e inesperado. O que os investidores mais bem informados estão fazendo com o seu dinheiro? Vamos analisar isso na seqüência.  

25. No arquivo, em anexo, de nome Gold.ppt, temos o gráfico das curvas de compra do ouro. NO PRIMEIRO GRÁFICO, TEMOS O PREÇO DO OURO EM DÓLAR. NO SEGUNDO, A QUANTIDADE DE DÓLARES NECESSÁRIOS PARA COMPRAR OURO.

26. PODEMOS NOTAR QUE AS CURVAS SÃO INVERSAS. É PRECISO CADA VEZ MAIS DÓLARES PARA COMPRAR OURO. É UMA DAS FORTES EVIDÊNCIAS DA CRISE DE CONFIANÇA DOS INVESTIDORES DE ACREDITAR NA CAPACIDADE DA ECONOMIA AMERICANA, EUROPÉIA, MUNDIAL E DOS BANCOS PRIVADOS INTERNACIONAIS DO MUNDO TODO DE SE SAÍREM DA CRISE ATUAL.

27. É UMA PROVA INCONTESTE DE QUE OS INVESTIDORES JÁ NÃO CONFIAM MAIS EM ENTREGAR O SEU DINHEIRO PARA OS GRANDES BANCOS PRIVADOS INTERNACIONAIS APLICAREM NO FINANCIAMENTO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL E EM OUTROS TIPOS DE APLICAÇÃO.

28. Já havia evidências de que o processo de erosão da confiança planetária dos investidores no Sistema Financeiro Internacional estava em curso. Desde 2001, o preço do ouro vem subindo, vertiginosamente. Nos últimos anos a curva do preço do ouro quase forma a letra "L" invertida, conforme item 25 retro. O poder de compra do dólar, na compra de ouro, no mesmo período, está caindo, assustadoramente. O comportamento dessa curva é o inverso da do preço do ouro.

29. Os investidores estão buscando segurança. ESTÃO DEIXANDO DE ENTREGAR O SEU DINHEIRO PARA OS GRANDES BANCOS PRIVADOS INTERNACIONAIS APLICAREM NO FINANCIAMENTO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL OU EM OUTROS TIPOS DE APLICAÇÃO, COM MEDO DESSES GRANDES BANCOS INTERNACIONAIS FALIREM E NÃO DEVOLVEREM OS RECURSOS FINANCEIROS SOB SUA CUSTÓDIA.

30. Pelo preço do ouro, que disparou, concluímos que os investidores estão inseguros. Não existe sistema financeiro, nacional ou internacional, que tenha viabilidade se não houver confiança dos seres humanos, organizações e governos em entregar os seus recursos financeiros a esse sistema financeiro para aplicá-lo nas atividades de intermediação financeira.

31. OS INVESTIDORES TÊM A SENSAÇÃO DE QUE OS BANCOS PRIVADOS ESTÃO TODOS FALIDOS E, POR ISSO, ESTÃO CORRENDO PARA COMPRAR OURO. CONTUDO, NÃO HÁ OURO SUFICIENTE PARA TODOS NO PLANETA. NA PRÁTICA, OS INVESTIDORES ESTÃO COMPRANDO, APENAS, PAPEL.

32. Os grandes investidores internacionais sabem que o processo da busca pela segurança, provocada pelo pânico proveniente de eventual quebra do Sistema Financeiro Internacional vai ocorrer e que, quando isso ocorrer, o poder de compra do dólar desabará ainda mais, a ponto de um dólar valer centavos.

32.1 A questão é quando isso vai ocorrer. Esse processo está sendo controlado, por enquanto, pelas elites que comandam a economia do mundo, mediante a utilização dos mecanismos psicológicos da espécie humana citados no item 4.4 retro. Por quê estão fazendo isso? Por que se esse processo estourar, agora, sem uma preparação adequada (sem controle algum), a elite que comanda a economia do planeta ficaria à mercê dos acontecimentos e eles, detentores do poder e donos da situação política e econômica atual, nessa hora, se unem, pois os prejuízos para eles, no geral, seria bastante elevado e imprevisível, se isso ocorresse de forma descontrolada. Mais do que isso, sem nenhuma perspectiva de como ficariam em termos de poder político e econômico, no mundo, e uns em relação aos outros, dentro da nova ordem econômica que será, oficialmente, inaugurada quando essa bolha estourar.

32.2 Por enquanto, é isso (manter poder político e econômico na nova ordem econômica, quando a bolha estourar) e, apenas isso, que mantém a elite que realmente comanda a economia global unida, no momento, fazendo com que vários sistemas financeiros internacionais sejam mantidos artificialmente vivos, apesar do grau importante de alavancagem, conforme afirmou o BIS em seu relatório de 260 páginas, abordado na matéria, em anexo, intitulada “Economia mundial depende de reforma financeira, avalia BIS”, divulgada pelo Valor Econômico, em 29.06.2010.

32.3 Essa é a razão pela qual a elite que comanda a economia global está preparando, no momento, a quebra do Sistema Financeiro Internacional. Quando esse processo estiver concluído, preservando, assim, os seus interesses, posições econômicas e políticas dentro da nova ordem, e tiverem diminuído suas perdas, a união acaba e, daí por diante, será cada um por si, novamente, como sempre funcionou o Sistema Financeiro Internacional.

32.4 Os demais investidores internacionais, ou seja, os que não fazem parte da elite que comanda a economia mundial, donos de parte ainda expressiva dessa fabulosa bolha de recursos conceito, se engalfinharão, buscando perder o menos possível, transformando esses recursos conceito em riqueza material na economia real. Esses é que, no final, pagarão a conta, conforme análise constante dos itens 34 e seguintes. O Brasil, visão investidor, faz parte do grupo descrito nos itens 32 a 32.3 retro ou estamos no grupo de investidores descritos no item 32.4 retro.

32.5 É IMPORTANTE, PARA PRESERVAÇÃO DE NOSSOS INTERESSES, QUE ESSA PERCEPÇÃO SEJA HONESTA, SINCERA E HUMILDE. SE ESTIVERMOS NO GRUPO DE INVESTIDORES DESCRITOS NO ITEM 32.4 RETRO, O CÍRCULO DE PODER QUE COMANDA A ECONOMIA GLOBAL, A QUE ME REFERI ANTERIORMENTE, TRABALHA, NO MOMENTO, NOSSA INTELIGÊNCIA PARA QUE ACREDITEMOS QUE ESTAMOS NO GRUPO DESCRITO NOS ITENS 32 A 32.3 RETRO E, NO FINAL DO PROCESSO DE QUEBRA DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL, SEREMOS SURPREENDIDOS, OU SEJA, DESCOBRIREMOS QUE NOSSOS INTERESSES NÃO FORAM PRESERVADOS COMO NOS FIZERAM ACREDITAR QUE SERIAM E O PAÍS, NO FINAL, VISÃO INVESTIDOR, FICARÁ SUJEITO, A EXEMPLO DOS DEMAIS INVESTIDORES DO GRUPO DESCRITO NO ITEM 32.4 RETRO, AO SABOR DOS ACONTECIMENTOS.

33. Podemos ver que o FMI (terceiro maior depositário de ouro do planeta) está, sistematicamente, vendendo ouro. Veja:

  1. 403,3 TONELADAS de ouro vendidas em 07.04.2008;
  2. 400 TONELADAS de ouro vendidas em 18.09.2009;
  3. 200 TONELADAS de ouro vendidas em 03.11.2009;
  4. 191,3 TONELADAS de ouro vendidas em 01.03.2010.

34. Todo esse ouro vai parar na mão de quem? Seguramente, nas mãos de investidores muito bem informados que se preparam para a quebra, definitiva, do Sistema Financeiro Internacional. Pensemos. Por que razão afirmo que, observando o funcionamento das engrenagens da cadeia produtiva, a quebra ocorrerá nos investidores e não teremos quebras de governos, bancos, consumidores ou empresas?

35. As elites mundiais podem quebrar os consumidores? Podem, mas a desorganização social seria bastante séria, pois fazendo isso desorganizariam vários sistemas interligados: social, econômico, Sistema Financeiro Internacional etc. Essa opção estratégica acabaria com qualquer tipo de reconstrução do atual Sistema Financeiro Internacional. É muito pouco provável que as elites mundiais optem por essa solução.

36. As elites podem quebrar os países/governos. Podem, mas a desorganização social seria bastante séria, dado o efeito sistêmico, conforme item anterior.

37. As elites podem quebrar os bancos? Podem, mas a desorganização social seria bastante séria, dado o efeito sistêmico e a impossibilidade de reconstruir o Sistema Financeiro Internacional nas bases de poder que eles querem.

38. As elites podem quebrar as empresas? Podem, mas a desorganização da economia não lhes interessa, pois pode comprometer o funcionamento dos demais sistemas.

39. As elites podem quebrar os investidores? Podem. Qual seria a extensão da desorganização sistêmica que essa opção poderia provocar? Seria muito séria? Outros sistemas (social, econômico, governamental etc.) seriam afetados e em que medida? Parece bastante lógico que a parte mais fraca na engrenagem, que pode perder sem afetar os demais poderes e sistemas são os investidores, que estarão perdendo gordura. Mais do que isso, os investidores podem perder, de forma controlada, como vem sendo feito desde 2001, sem que isso afete, de forma significativa, o funcionamento das demais estruturas de poder político e econômico (consumidores, governos, bancos, empresas, organizações etc).

40. Se eu, como um grande investidor, que conheço as entranhas do poder já tiver negociado isso lá atrás, e estiver comprando ouro e outros bens na economia real, vou sofrer algum prejuízo, mas não perco tudo e, ainda por cima, crio as condições para continuar no jogo do poder político e econômico na nova ordem, quando a bolha estourar. Assim, quem você acha que pode quebrar? Será que a quebra do Sistema Financeiro Internacional não está em andamento desde 11.09.2001?

41. O DESCONHECIDO SÓ PODE EXISTIR QUANDO O CONHECIDO É COMPREENDIDO, DISSOLVIDO, POSTO DE LADO. ISSO É DIFÍCIL DE FAZER, POR QUE NO MOMENTO EM QUE EXPERIMENTAMOS ALGO (FENOMENOLOGIA DA CRISE, POR EXEMPLO), A MENTE TRADUZ TUDO ISSO EM TERMOS DE CONHECIDO E RELEGA O NOVO PARA O PASSADO, COLOCANDO-O SOB AS CORTINAS DO CONHECIMENTO ACUMULADO, INTERPRETANDO-O COM BASE NO CONHECIMENTO ACUMULADO, DE FORMA QUE A SENSAÇÃO DE SEGURANÇA INTERNA NÃO SEJA ABALADA.

42. O QUE MOVE O CONHECIDO É O CONHECIMENTO, O CONHECIMENTO DO PASSADO, E, OBVIAMENTE, ESSE CONHECIMENTO DO PASSADO É UM OBSTÁCULO PARA VERMOS, DE FORMA SIMPLES E DIRETA, O FUTURO SEM O CONHECIMENTO DO PASSADO.

43. Avalie se essas ponderações apresentam algum fundamento e se vale a pena pensar sobre isso e, se valer a pena pensar sobre isso, o que a Universidade da Paz, no Brasil e no mundo, pode fazer para minimizar mais perdas e sofrimentos humanos, desnecessários, utilizando a inteligência do amor, da solidariedade e da caridade.

Brasília-DF, 29.07.2010

Atenciosamente,

Rogerounielo Rounielo de França

C.P.F.: 062.080.328-22

Advogado – OAB SP 117.597

Especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas-FGV

Pós-Graduado em Direito Público pela Faculdade Fortium

Funcionário do Banco do Brasil S.A. – Diretoria de Micro e Pequenas Empresas

Certificação CPA 10 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais-ANBIMA

Mestre Maçon – Loja Areópago de Brasília 3001

Loja Areópago de Brasília 3001 - Vinculada ao Grande Oriente do Distrito Federal-GODF

GODF - Filiado ao Grande Oriente do Brasil

Presidente do Tribunal de Contas do GODF

Participante do Centro Espírita André Luiz-CEAL

Telefone: (61) 3310-5256 ou 8128-0490

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