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Destinatários: seres humanos que comandam materialmente o planeta terra,

É com o amor de Deus, carinho, respeito ao seu trabalho, visando o bem da humanidade, que o universo lhes envia as energias materializadas nas palavras abaixo. Essas palavras, provindas do mesmo princípio inteligente que criou a tudo e a todos, e que guiam as forças

da natureza, inclusive àquelas representadas pelas ações dos seres humanos na face da terra, poderão ser utilizadas a bem do seu continente ou de seus países, caso seja do seu desejo, sem identificação do meio utilizado para fazer essas considerações, pois o que importa não é o meio de origem, mas a transmissão da energia a todos no universo e no planeta para o melhoramento moral dos seres nesta e em outras dimensões.

DAS CAUSAS GERAIS DA MISÉRIA E SUA SUPERAÇÃO

Do Entendimento do que é a Miséria

No plano material planetário a pobreza pode ser entendida em vários sentidos, principalmente (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre):

a) Carência material: tipicamente envolvendo as necessidades da vida cotidiana como alimentação, vestuário, alojamento e cuidados de saúde. Pobreza neste sentido pode ser entendida como a carência de bens e serviços essenciais;

b) Falta de recursos econômicos: nomeadamente a carência de rendimento ou riqueza, não

necessariamente apenas em termos monetários. As medições do nível econômico são baseadas em níveis de suficiência de recursos ou em "rendimento relativo". A União Européia, nomeadamente, identifica a pobreza em termos de "distância econômica" relativamente a 60% do rendimento mediano da sociedade;

c) Carência Social: como a exclusão social, a dependência e a incapacidade de participar na sociedade. Isto inclui a educação e a informação. As relações sociais são elementos chave para compreender a pobreza pelas organizações internacionais, as quais consideram o problema da pobreza para lá da economia;

d) CARÊNCIA ENERGÉTICA: FALTA DE ENERGIA PARA MUDAR O QUE PODE SER MUDADO, POIS O IMPOSSÍVEL ESTÁ DENTRO DA MENTE DE CADA SER HUMANO. SÓ RETIRANDO AS AMARRAS DA MENTE E SUPERANDO A INDIVIDUALIDADE EGOÍSTA QUE IMPEDEM O DESENVOLVIMENTO DA ESPIRITUALIDADE E DA SOLIDARIEDADE, É QUE A HUMANIDADE EVOLUIRÁ.

Definido o objeto das breves ponderações a seguir sobre as causas da miséria e sua superação passa-se, na seqüência, a delinear o conjunto de fatores materiais e imateriais que levam o ser humano à miséria, com o registro de que todas essas causas atuando ao mesmo tempo e em conjunto, geram a miséria ao longo do tempo e criam um ciclo vicioso que, aparentemente, não pode ser rompido. Partiremos dos mais altos valores universais para o microcosmo material planetário onde vive o ser humano, mantendo a visão unitária de que tudo e todos são partes de uma coisa só, o universo, e de que sois guiados pelas leis eternas da natureza criada por Deus.

O homem é a causa principal da miséria. Por quê? Antes de respondermos a essa pergunta, é preciso falar rapidamente sobre as energias cósmicas que comandam a vida material e imaterial, para que se possa compreender como essas energias invisíveis influenciam a realidade material dos seres humanos na face da terra. O universo, para fins de análise didática, pode ser decomposto pela nossa percepção em três tipos de energia, cuja demonstração da veracidade dessa afirmação pode ser feita por qualquer um, mediante simples observação à sua volta:

a) a energia material comum a todos os seres orgânicos e inorgânicos e que independe da inteligência e do pensamento para estar presente em todos os corpos do universo, já que é a base sobre a qual tudo e todos foram feitos;

b) a energia inteligente que gera a inteligência e o pensamento, faculdades próprias de certas espécies orgânicas. Este nível energético resulta da concentração da energia material e da energia inteligente;

c) a energia moral, resultado da aglutinação da energia material, da energia inteligente e do senso moral. O homem, além de ser dotado de inteligência e pensamento como uma espécie orgânica que é, também é dotado de senso moral, o que lhe faz superior às demais espécies orgânicas, e apto a produzir no universo e no planeta terra onde habita todas as transformações que estiverem ao alcance da amplitude da sua visão espiritual, sem que a produção dessas transformações esteja aqui associada a qualquer tipo de adjetivo, ou seja, a energia moral pode ser direcionada coletivamente para o bem ou para o mal da humanidade.

Por causa da energia moral é que os seres humanos, diferentemente do que ocorre com os animais, pode evoluir com o passar do tempo e direcioná-la para o bem da humanidade. Para que o planeta terra evolua espiritualmente é necessário que cada ser humano, individualmente falando, evolua espiritualmente. É da evolução das partes que se obtém a evolução do todo.

As causas da pobreza e da miséria decorrem da baixa espiritualidade e falta de solidariedade dos seres humanos. Contudo, não vai nesta afirmação nenhum sentido de atribuir ao ser humano, por princípio e por premissa, culpa inata por se apresentarem dessa forma tão limitados espiritualmente falando, pois Deus criou o homem simples e ignorante, mas lhe deu o livre arbítrio para escolher entre agir de acordo com as tendências do bem ou do mal, partes das leis universais, na sua longa caminhada para dele se aproximar por meio do seu contínuo melhoramento moral.

É preciso considerar que a espiritualidade e a solidariedade são energias cósmicas que estão sendo introduzidas aos poucos no planeta terra e aproximam o ser humano de Deus. Tal qual a criança que está a aprender as primeiras letras, o ser humano não conseguiria, sem um longo

processo evolutivo de melhoramento, formular pensamentos abstratos complexos em que se enquadram a elevação espiritual e a solidariedade, pois essas energias só florescem em terreno apropriado para se instalarem material, elétrica e magneticamente na mente, formando a consciência imaterial que nos liga com as forças do universo por meio da vibração dos nossos pensamentos.

Apesar de existir muita luz universal à volta dos seres humanos e dentro deles mesmos, os olhos das suas almas ainda não conseguem vê-la com clareza e por completo, em função das suas impurezas morais que impedem essa visão por falta de elevação espiritual para ver essa luz, sendo que os níveis de visão ainda são bastante variados, mas já é possível notar número crescente de seres humanos mais iluminados a cada dia vivendo na face da terra.

A luz universal, criada por obra divina, está à vossa volta. Contudo, ela pode deixar de atingir o espírito dos seres humanos para impulsioná-los ao melhoramento contínuo por vários motivos. O meio físico, a mente, por exemplo, pode apresentar algum defeito material que impede a perfeita manifestação do princípio inteligente que anima o corpo físico, por impedir a atuação harmônica das variáveis físicas, elétricas e eletromagnéticas que, atuando em conjunto, criarão a consciência capaz de se conectar com o cosmo.

A mente pode não apresentar nenhum defeito físico, mas o ser humano, por uma característica intrínseca ao seu espírito, por obra do seu livre arbítrio, não quer evoluir moralmente, optando por sofrer. Neste caso, nada há a fazer.

No planeta terra a luz cósmica chega às grandes massas de seres humanos e essas não apresentam nenhum defeito material na mente coletiva a impedir a perfeita manifestação do princípio inteligente que anima o corpo físico ou tão pouco há algo a impedir a atuação harmônica das variáveis físicas, elétricas e eletromagnéticas que, atuando em conjunto, criarão a consciência coletiva capaz de conectá-la com o cosmo, fazendo as massas humanas evoluírem moralmente.

Por que razão o desenvolvimento espiritual da humanidade acontece a passos tão lentos, se cada ser humano já apresenta as condições apropriadas para se desenvolver espiritualmente?

Para responder a essa indagação é preciso lembrar que o homem, por obra divina, nasce simples e ignorante e que no plano em que vos encontrais o desenvolvimento espiritual só pode ocorrer por obras materiais direcionadas para criar as condições necessárias para que o espírito humano possa se desenvolver pouco a pouco ao longo da sua existência, alcançando paulatinamente níveis mais elevados de elevação espiritual, se cada um assim o desejar por obra do seu livre arbítrio.

Eis a causa de o ser humano ser a origem da pobreza e da miséria, ou seja, os seres humanos que comandam materialmente o planeta, e não são bilhões, mas algumas centenas de milhares, baseiam suas ações em energias egoístas, não solidárias e não benéficas, que negam aos bilhões de seres humanos cujos destinos comandam o direcionamento das suas ações materiais para criar as condições necessárias para que a consciência de cada um, que os liga com as forças cósmicas, possa se desenvolver, impedindo que a humanidade como um todo e cada um individualmente alcancem, paulatinamente, níveis espirituais mais elevados.

Da falta de expansão da consciência dos seres humanos sobre a grandiosidade do universo e do relevante papel que cada ser humano representa, ainda que individualmente, na formação da consciência planetária e cósmica, decorre a origem dos vossos mais profundos problemas.

É chegada a hora de o ser humano dar esse salto espiritual, já que nessa era já estão preparados para serem agentes de uma grande mudança na evolução espiritual da humanidade.

DAS CAUSAS ESPECÍFICAS DA MISÉRIA E SUA SUPERAÇÃO

Falta de Visão e Aceitação pelo Ser Humano do Mundo Invisível aos Seus Olhos Materiais

Falta de Integridade do Senso Moral do Ser Humano para Materializar Valores Cósmicos

As almas e as mentes no planeta terra ainda estão turvas quanto à existência concomitante do mundo material e do mundo cósmico invisível.

Ao longo do vosso processo evolutivo no planeta terra separam-se, em vossas mentes, a matéria visível aos vossos olhos da energia cósmica invisível a esses mesmos olhos, utilizando sua ciência, razão, pensamento, palavras, política, interesses etc.

O mundo foi decomposto por vós para melhor o compreendê-lo e dominá-lo, dado o estágio então reinante do vosso desenvolvimento espiritual. A visão material e a matéria ainda comandam a razão que determinam vossas ações no planeta terra e a razão é guiada pela ciência, atualmente.

O mundo cósmico invisível ficou por conta das religiões e está longe do conhecimento da maior parte dos seres humanos, já que apenas cientistas, grosso modo, detêm conhecimento mais profundo sobre o mundo universal invisível, um dos lados da moeda chamada universo.

Ciência e religião, aspectos unitários dessa moeda cósmica, como cara e coroa, ainda não se encontraram, mas se encontrarão em pouco tempo. Os seres humanos, na sua generalidade, negam, por princípio, tudo o que não pode ser explicado pela ciência, mas já sabem que a ciência é uma ferramenta bastante limitada, por enquanto. No passado, muitos diziam que a terra era plana e não redonda, pois se fosse redonda a água do mar cairia no vazio do espaço. Os espíritos evoluídos diziam, em função da sua intuição cósmica, que a terra era redonda. No final, a ciência provou que a razão estava com estes últimos. A descoberta da gravidade, força cósmica que deu razão aos espíritos evoluídos de que a terra era redonda e não plana, abriu imensos novos horizontes para a humanidade.

A força da gravidade sempre esteve presente no seu dia a dia e foi um dos elementos responsáveis pela formação das galáxias, do sistema solar e do planeta terra, mas milhões de seres humanos pelo planeta não a percebiam. Foi descoberta pela observação de uma maçã que caía de uma árvore. Impressionante a simplicidade universal de revelar aos homens um dos seus segredos mais íntimos.

O homem não está nem perto de desvendar a existência de todas as forças cósmicas que o cercam e governam, mas seu desenvolvimento tecnológico, acumulação de conhecimentos e alargamento da visão cósmica o aproximará, cada vez mais, das forças universais e de alguns poucos de seus infinitos segredos.

Contudo, a humanidade deve cuidar para que esse impulso proveniente do desenvolvimento tecnológico e da acumulação de conhecimento esteja acompanhado, ao mesmo tempo, do seu desenvolvimento espiritual planetário, pois as leis do universo não vos permitirão perturbar o equilíbrio do todo por causa do mau uso que poderíeis fazer dos segredos universais a que terão acesso pouco a pouco, mau uso esse que pode ser provocado por vossa limitação espiritual.

Vamos ver como o universo vai se descortinando pouco a pouco à humanidade por obra bastante lenta não da ciência, mas dos seres humanos que guiam a ciência, que avançará em escala exponencial nos próximos cinqüenta anos. Citemos a Teoria das Cordas como uma das forças científicas que vão aproximar ciência e religião.

Antes de conhecermos essa teoria, é importante registrar que o fundamental não é compreendê-la a fundo por intermédio das poucas palavras superficiais que a respeito dela serão escritas a seguir, mas fixar como verdade absoluta, já que provada pela ciência terrestre que guia vossa razão, de que existe um mundo invisível aos olhos materiais da humanidade.

O crescente cabedal de conhecimento está levando o ser humano, gradativamente, à unificação do conceito do universo pela elevação do seu espírito para novas compreensões de si próprio e de qual é o seu verdadeiro lugar e função na criação divina.

Passemos, então, à descrição da Teoria das Cordas. Antes, pensava-se que as partículas ocupavam um ponto individual no espaço. Porém, na Teoria das Cordas, as partículas são interpretadas como um modo de vibração de cordas unidimensionais.

Os novos princípios matemáticos utilizados na Teoria das Cordas permitem aos físicos afirmar que o vosso universo possui onze dimensões: três espaciais (altura, largura e comprimento), uma temporal (tempo) e sete dimensões recurvadas, sendo a estas atribuídas outras propriedades como massa e carga elétrica, por exemplo, o que explicaria as características das forças fundamentais da natureza.

O estudo da chamada Teoria das Cordas foi iniciado na década de 60 e teve a participação de vários físicos para sua elaboração. Essa teoria propõe unificar toda a física e unir a Teoria da Relatividade e a Teoria Quântica numa única estrutura matemática. Embora não esteja totalmente consolidada, a Teoria das Cordas mostra sinais promissores de sua plausibilidade.

Os seres humanos não vislumbram com seus olhos essas dimensões extras porque elas estão estendidas e enroladas em um espaço menor que o Comprimento de Planck. Sua observação é impossível, já que o Comprimento de Planck é um espaço de 1,6 (um vírgula seis) vezes 10 (dez) elevado a menos 35 m, ou seja, 0,000000000000000000000000000000000016 m e corresponde à distância que a luz percorre durante uma determinada unidade de medida (tempo de Planck).

O comprimento de Planck desempenha uma função importante na física moderna, pois para comprimentos inferiores a este, tanto a mecânica quântica, como a relatividade geral deixam de conseguir descrever os comportamentos de particulas. Espaços inferiores ao Comprimento de Planck têm sido alvo de exaustiva investigação na busca de uma teoria unificadora da relatividade com a mecânica quântica.

A Teoria das Cordas têm também levado a novas descobertas na Teoria da Supersimetria que poderão ser testadas experimentalmente pelo Grande Colisor de Hádrons. O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) já é o acelerador de partículas de energia mais alta do mundo, depois que feixes de prótons circularam na manhã de 30.11.2009, uma segunda-feira, a 1,18 tera eletronvolts (TeV), conforme informou o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês).

O número bate o recorde mundial anterior de 0,98 Tev, alcançado pelo Colisor Tevatron do Fermi National Accelerator Laboratory, nos Estados Unidos. “Este evento constitui um importante marco no caminho rumo ao programa de física do LHC em 2010?, no qual se chegará até os 7 TeV (3,5 TeV por feixe)”, segundo uma nota do centro de pesquisa desse colisor.

“Continuamos nos adaptando sobre como está sendo simples o manejo do LHC”, declarou o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer, que, no entanto, se mostrou prudente ao afirmar que “seguimos passo a passo, ainda há muito a ser feito antes de começar a física em 2010?. A próxima meta é aumentar a intensidade dos feixes até o Natal antes de extrair maiores quantidades de dados das colisões.

Para isso, o Cern deve garantir que uma maior velocidade dos feixes possa ser manuseada de maneira segura e que seja possível assegurar condições estáveis para os experimentos durante as colisões, o que se espera que leve cerca de uma semana. Aqui é importante realçar o termo “uma semana”, ou seja, as mudanças já de algum tempo ocorrem a uma velocidade cada vez maior e a um intervalo de tempo cada vez menor.

Essa teoria deu origem ao conceito das p-branas, que são objetos estendidos em “p” dimensões. Uma brana com p=1 é uma corda, uma brana com p=2 é uma membrana, uma brana com p=3 possui três dimensões estendidas, etc.

Valores maiores que “p” só são possíveis em um espaço-tempo com 11 (onze) dimensões. Na maioria ou em todos os casos, as dimensões “p” são curvadas para cima como uma rosca. Antes, existiam cinco diferentes Teorias das Cordas, porém hoje se sabe que elas são diferentes interpretações de uma única teoria, a Teoria-M. Há outros mistérios que a maioria dos seres humanos ainda não conhece por falta de acesso às informações, alguns que imaginam conhecer e outros que simplesmente são ignorados. Por exemplo, a matéria escura não emite e nem reflete a luz. É detectada só por meio de efeitos gravitacionais.

A matéria escura foi descoberta pela observação das galáxias, que parecem ter muito mais massa do que àquela que emite luz. A matéria escura constituiu 22% (vinte e dois por cento) do conteúdo do universo, segundo os cientistas.

A matéria comum está presente em 4% (quatro por cento) do universo. A matéria escura em 22% (vinte e dois por cento) e a energia escura em 74% (setenta e quatro por cento). Em cosmologia, a energia escura ou energia negra é uma forma hipotética de energia que estaria distribuída por todo o espaço e tende a acelerar a expansão do universo. Será que é mesmo apenas uma hipótese? Por que razão o universo nos permitiu, então, vislumbrarmos essa hipótese?

Para o universo se expandir deve haver uma força que se oponha à gravidade, senão o universo não se expandiria correto? A energia escura é uma força em equilíbrio com o todo, pois há partes do universo, sujeitas à ação da gravidade que, apesar da força da energia escura, não estão se expandindo. Você, por exemplo, está vendo o seu braço se expandindo neste momento?

A principal característica da energia escura é ter uma forte pressão negativa. De acordo com a teoria da relatividade, o efeito de tal pressão negativa seria semelhante, qualitativamente, a uma força que age em larga escala em oposição à gravidade.

Vide aqui a ação das forças contrárias e concomitantes. Nesta dimensão em que o ser humano está, o existir baseia-se na matéria e na anti-matéria atuando concomitantemente, mas também ainda não as compreendem com clareza.

Tal efeito hipotético da energia escura é freqüentemente utilizado por diversas teorias atuais que tentam explicar as observações que apontam para um universo em expansão acelerada.

É surpreendente para muitos seres humanos, orgulhosos do seu saber limitado, que 74% (setenta e quatro por cento) do universo onde existe materialmente falando é constituído de energias que desconhecem. Sentem, apenas, que elas existem, mas ainda não as aceitam como verdade absoluta pela sua razão, mas essa atitude é perfeitamente compreensível.

Como a razão é guiada pela ciência e a ciência ainda vacila no domínio matemático dessas energias, como a energia negra, por exemplo, o espírito humano ainda pensa que não existe um mundo invisível aos seus olhos materiais, mundo imaterial que é muito maior do que o mundo material visível a esses seus mesmos olhos, tendo em vista que ainda não estão espiritualmente preparados para aceitar determinadas verdades irrefutáveis, mas as últimas barreiras que colocam para não ver a verdade cósmica em breve cairão. A ciência diz que o universo onde os seres humanos vivem pode ser uma brana imersa em dez dimensões. Contudo, quem pode garantir que não existem outras branas associadas a outros universos e, portanto, pode ser que haja infinitos universos paralelos, se isso for verdade, e não estamos dizendo que é verdade ou não é verdade. Há muitos segredos que o ser humano ainda vai descobrir. Por isso, ciência e religião vão se encontrar em muito pouco tempo.

Muitos afirmam que Deus é a matéria total ou é a energia e a matéria total ao mesmo tempo. Em essência, Deus é imaterial. Não se pode confundir a obra com o seu criador. Dizer que Deus, a matéria, os diversos mundos, as diversas dimensões, os diversos universos paralelos e os espíritos são a mesma coisa, seria o mesmo que dizer que a pintura e o pintor são a mesma coisa. Deus é só pensamento? Será que, por isso, pode criar o que quiser instantaneamente? Para o pensamento não há distância e não há coisas impossíveis, mas essa ainda é uma questão para a qual o ser humano ainda não está preparado espiritualmente para compreender.

Creia que o pensamento pode ligar os seres humanos com Deus. Não tenham nenhuma dúvida de que o pensamento realmente pode ligar os seres humanos a Deus. Muitos paradigmas ainda serão quebrados. Poderes terrenos terão que ser substituídos para se adaptarem às novas realidades universais que passarão a fazer parte da consciência humana “planetarizada” e “universalizada”, modificações da compreensão que avançam rapidamente.

O avanço da construção universal em andamento, ao qual nenhum ser humano pode se opor, exige uma nova forma de pensar pautada pelo amor do universo, dada a ampliação exponencial das repercussões não benéficas que podem ser provocadas por falta de desenvolvimento espiritual em terreno tão fértil.

A baixa espiritualidade dos seres humanos que habitam materialmente a face do planeta terra, nesse terreno novo e fértil propiciado pela unificação desse planeta, de seus sistemas, língua, modo de vida, compreensão de que o universo é um todo indivisível e do qual todos os seres humanos fazem parte etc., seria como derramar veneno na água límpida e pura.

Esse amor do universo só poderá começar a se expressar em escala planetária na vida material, etapa necessária para novos saltos de desenvolvimento espiritual, desde que o ser humano o incorpore nas suas ações para consigo mesmo e para com os outros seres humanos. A falta de integridade entre o senso moral elevado e as ações do ser humano para materializar esses valores cósmicos no processo de desenvolvimento do planeta terra, apesar das adversidades da vida, é outro dos grandes fatores que ainda estão atrasando o desenvolvimento da humanidade e é causa profunda da miséria e da pobreza, pois os leva a não agir para concretizar valores morais, humanos e humanitários elevados, quando deveriam agir para retirar os obstáculos que impedem a disseminação dessas energias benéficas, ou a agir egoisticamente a benefício próprio, ignorando que isso contraria as leis cósmicas do dever de solidariedade para com o próximo, já que na sua curta existência acabam atrapalhando a velocidade do desenvolvimento da humanidade sem nenhum proveito prático existencial, pois em escala cósmica surgem e são transformados em novas formas de energia em poucos milissegundos.

O universo os presenteou com as atitudes de Nelson Mandela, cuja energia fica imortalizada no poema “Invictus”, abaixo transcrito, que o acompanhou durante o período em que esteve preso, inspirador de suas ações, que encerra muito bem o que queremos dizer com integridade do senso moral. Agir de acordo com o senso moral cósmico, como fez Nelson Mandela, é praticar o amor de Deus para consigo mesmo, mantendo a alma íntegra, apesar das adversidades da vida.

É uma lição humanitária que não foi criada na abstração da mente e dos livros, mas foi forjada na dura realidade da vida. Por isso, é um exemplo de ideal de vida, vivido na prática, mais do que valioso para todos os seres humanos da terra, e um exemplo a ser sempre lembrado e seguido.

 

Invictus

Noite à fora que me cobre

Negra como um breu de ponta a ponta,

Eu agradeço, seja quais forem os deuses

Por minha alma inconquistável.

Nas cruéis garras da circunstância

Eu não fiz cara feia ou sequer gritei.

Sob as pauladas da sorte

Minha cabeça está sangrenta, mas não abaixada.

Além deste lugar de raiva e lágrimas

É iminente o horror da escuridão,

E ainda o avançar dos anos

Encontra, e deve me encontrar, sem medo

Não importa o quão estreito seja o portão,

O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,

Eu sou o mestre de meu destino;

Eu sou o capitão de minha alma.

 

Para que o ser humano possa colaborar materialmente com o universo na edificação da sua obra cósmica é preciso que ele conte, dentre outros elementos, com três elementos mínimos, quais sejam:

a) o objetivo do trabalho planetário ao qual ele é convidado a colaborar, ou seja, há que se iluminar o caminho de forma que essa luz se irradie para todos os cantos do planeta, para todas as mentes e consciências;

b) os meios que serão colocados à sua disposição para realização desse trabalho;

c) as ações que deverá empreender ao longo do tempo para atingir o objetivo visado, mediante a utilização dos meios colocados à sua disposição.

Objetivo do Trabalho Planetário - Da Luz da Vela na Escuridão da Consciência Humana

As palavras abaixo, sem a pretensão de se constituírem na luz do universo, podem ser consideradas a luz da vela para iluminar, em parte, diríamos uma pequena parte, da escuridão da consciência humana, no longo caminho que os seres humanos têm que percorrer para conquistar a humanidade por meio da sua evolução espiritual:

O UNIVERSO

Por onde começar a contar uma história se não for do começo. E não é nada fácil tentar contar a história do universo utilizando nossos pontos de vista de partes do todo, onde nossa percepção é limitada por começo, meio e fim, tempo, espaço, causa e efeito. Não faz sentido dizer que o universo sempre existiu. Assim como não faz sentido dizer que ele surgiu do nada. Contudo, uma dessas duas afirmações deve ser a verdadeira ou pode ser que exista outra afirmação verdadeira que não estamos vislumbrando com nossa razão limitada.

Do ponto de vista dos seres humanos assumiremos como verdade absoluta que o universo mais próximo daquele que conhecemos hoje surgiu a quinze bilhões de anos atrás, por força de uma grande explosão cósmica que liberou grande quantidade de energia não passível de ser mensurada com nossa tecnologia atual.

Talvez o melhor fosse dizer que a energia apenas se transformou em algo diferente do que era até então. É essa grande explosão que marca nossa “história do universo”, que no seu desenrolar se confunde com a história do ser humano, mas que certamente não se confunde com a verdadeira história do universo, pois essa história perde-se na eternidade dos tempos e no infinito do espaço em eras não imagináveis onde o ser humano ainda não existia.

Com essa grande explosão inicia-se o processo de transformação do universo, aparentemente aleatório. Talvez um processo dentre tantos vários outros processos de transformação pelos quais o universo já passou e que não testemunhamos.

Após essa grande explosão universal, ainda não há vida na forma como a conhecemos atualmente. Talvez existissem outras formas de vida que se extinguiram com essa explosão para dar nascimento à outras formas de vida, inclusive a nossa. Esse processo vai caminhando lentamente. A terra esfria. A radiação solar a esquenta. A atmosfera pela força gravitacional dos equilíbrios se instala, pois o caos é apenas aparente. As forças celestes fazem como que tenha início o processo da vida terrena. Vida simples que começa na água e que vai ser o alicerce de tudo o que conhecemos hoje. Transforma-se a vida marinha em vegetal e terrestre.

As células simples vão dando lugar a organismos cada vez mais complexos. Na terra, no ar e nas águas, as espécies se desenvolvem e se adaptam. Ao longo de bilhões de anos nosso processo vai se construindo e se transformando até que um dia ele toma consciência de si mesmo por intermédio do ser humano.

Não diria que a consciência adquirida pelo ser humano é o ápice desse processo universal. Diria apenas que é um marco extremamente importante, pois os processos cósmicos não possuem fim. Vão apenas seguindo o seu curso rumo à eternidade. O ser humano é essa parte consciente do processo de formação universal mais recente. É parte do todo com capacidade de se ver separado deste todo. É uma consciência que eu não diria que é cega, mas que não consegue ver com nitidez a grandes distâncias. É uma consciência embrionária, inicial, se considerarmos os padrões universais.

Alguns dizem que somos uma centelha divina. Eu concordo com essa afirmação. Realmente somos uma centelha divina. Uma coisa tão pequena e insignificante, mas ao mesmo tempo uma coisa maravilhosa que nos permite saber que fazemos parte de um todo muito maior e universal.

Surgimos na história do universo. Contamos a história do universo a partir do ponto de vista terreno, mas essa não é a verdadeira história universal, pois essa história universal não tem fim dentro de seus processos de transformação ocorridos ao longo do tempo. Ficamos nos perguntando então como é que algo tão perfeito quanto o universo pode ter dado nascimento a algo tão imperfeito quanto o ser humano. Talvez o criador, a exemplo do criador de qualquer máquina, não a faça perfeita nas primeiras versões, mas de tanto ver, sentir e interagir com os seus defeitos vai corrigindo-os até que versões melhores surjam.

É exatamente isso que está acontecendo conosco seres humanos. Em um processo universal de criação estamos sendo melhorados a cada dia que passa. A cada segundo. A cada era. É um processo lento e doloroso. Por enquanto o processo de melhoramento ocorre a nível material. A matéria, contudo, nos limita e impede a religação universal por meio da energia que carregamos dentro de nossas ligações atômicas, que se encontram encapsuladas na matéria.

A próxima etapa talvez seja atingirmos a capacidade de irmos e vermos além da matéria e de nos transformamos em energia pura para religação com o todo universal.

Não devemos perder a esperança na raça humana. Ela foi eleita. Ela foi a escolhida. Ela é a consciência do cosmo. O cosmo das contradições é verdade. Do bem e do mal. Do belo e do feio. E nós acabamos reproduzindo essa dualidade universal na nossa maneira de sermos e de agirmos.

É muito importante ter plena consciência desse processo maior que se desenrola além das aparências e dos interesses individuais. Não devemos olhar esse processo com a lógica dos homens e com os interesses humanos, pois estes nada mais são do que mecanismos a serviço de algo muito maior que acontece a nossa volta e não percebemos no nosso dia a dia.

OS RISCOS DA ACUMULAÇÃO DO CONHECIMENTO SEM AMADURECIMENTO ESPIRITUAL

Com o passar do tempo o ser humano acumula cada vez mais conhecimento e capital. O conhecimento lhe permite aprofundar a consciência sobre como funciona o universo e suas leis, bem como a interferir nesses processos a partir do conhecimento adquirido. Com o pouco conhecimento até aqui acumulado conseguimos desenvolver a bomba atômica e por meio da quebra de poucos átomos liberamos uma quantidade de energia enorme nunca antes imaginada, o que nos dá uma vaga idéia da quantidade de energia e dos segredos do universo.

Nosso conhecimento também nos permitiu descobrir os segredos do processo da formação da vida por meio do DNA. Já somos capazes de modificar o DNA de uma espécie para nela incorporar características novas ou até mesmo de suprimir doenças que passam de geração para geração por meio de características hereditárias. Não sabemos onde esse processo vai terminar, mas não seria de se estranhar se pudéssemos no futuro até criar novas espécies, a partir da modificação do DNA de espécies existentes ou até mesmo de criar o DNA de uma nova espécie.

Não queremos aqui adentrar a questão moral, ética e religiosa de o homem utilizar seu crescente cabedal de conhecimento para interferir nos processos universais. A questão não é essa. A questão é o que pode acontecer com a raça humana se ela não estiver preparada espiritualmente para o uso desse conhecimento.

Pode ser que a nossa preparação espiritual nos indique que determinados conhecimentos universais não devem ser utilizados. Qual a razão dessa preocupação? É sabido que a raça humana possui uma lógica econômica e dominadora, muitas vezes divorciado do amor do universo pelas suas criaturas.

Essa lógica econômica e dominadora faz com que os grupos mais fortes, mais preparados e, no futuro, os com mais conhecimento acumulado, busquem dominar o sistema econômico e social no sentido de impor sua concepção de vida e de mundo. É uma coisa perfeitamente natural de entender, dado nosso estágio atual de evolução.

A raça humana conseguiu produzir, utilizando pouco conhecimento acumulado até então, a bomba atômica e um vasto arsenal militar, capaz de destruir nações inteiras a um simples toque de botão. Essas armas atômicas já foram inclusive utilizadas contra o Japão na segunda guerra mundial e, apesar das proibições das normas internacionais, vários países continuam testando essas armas explodindo bombas no deserto ou nos subterrâneos do mar, em prejuízo da natureza.

A industrialização surgida com a invenção das máquinas não é um instrumento utilizado diretamente pelo homem para prejudicar os demais. Pelo contrário. Busca-se dar conforto e uma vida mais digna aos bilhões de pessoas que vivem no planeta. Contudo, a falta de preparação do ser humano em lidar com essa interferência direta na natureza em escala global, com cada país utilizando seu parque industrial a bem de seus próprios interesses, produz um resultado anacrônico que está levando à deterioração da própria natureza que dá suporte à vida do homem.

Basta vermos o constante aquecimento global que leva ao derretimento das crostas polares e conseqüentemente à elevação do nível do mar em até 61 metros nos próximos 50 anos, o que será uma catástrofe para a humanidade.

O que será o homem capaz de fazer com os novos conhecimentos que se descortinam à sua frente, caso o desenvolvimento acelerado do conhecimento não esteja acompanhado pelo desenvolvimento espiritual em escala maior e superior?

Pode ser que nos exterminemos a nós mesmos ou que grandes catástrofes mundiais levem senão à aniquilação, mas à perda de muitas vidas e do próprio conhecimento acumulado ao longo dos anos, o que seria uma defesa universal contra a própria falta de capacidade do homem de continuar evoluindo para outras dimensões do universo.

O COSMO PODE SER O FUTURO DA HUMANIDADE

É interessante observar o processo evolutivo do homem na face da terra ao longo de milhares de anos de evolução. Vivíamos, a princípio, isolados uns dos outros. Depois passamos a nos agrupar, pois assim ficava mais fácil se proteger de outros predadores, caçar, procriar e sobreviver.

Formaram-se vários grupos heterogêneos pelos continentes. Esses grupos foram se multiplicando e crescendo e, por força desse processo de crescimento, e do rearranjo de forças provocados pelas guerras, criou-se certa homogeneidade por um número maior de pessoas, ou seja, passamos de tribos para países e continentes. As comunicações encurtaram as distâncias. As guerras levaram ao surgimento de organismos internacionais para melhor coordenar os interesses em conflito dos diversos países. Os problemas passaram de locais para regionais e depois globais como, por exemplo, o problema do meio ambiente, que afeta a todos indistintamente e que ninguém consegue resolver sozinho.

Percebemos que, à medida que o tempo passa, as pessoas, os países e as sociedades são direcionadas, por força do crescimento populacional em um planeta com recursos escassos e limitados, para um agrupamento sem correspondência cultural, sem uma ordenação geral global que veja o interesse do todo e com reflexos das ações individuais atingindo todo o planeta. Apesar de todas essas diferenças, é visível a formação de uma consciência mundial. É fantástico que no dia mundial do planeta pessoas de diferentes países, localidades, línguas e religiões estejam todas, ao mesmo tempo, sintonizadas em um único pensamento, sabido que o pensamento é a linguagem cósmica universal, apesar de muitos seres humanos não saberem disso. É uma revolução que passa despercebida para muitas pessoas, pois estão muito preocupadas com os seus afazeres do dia a dia.

Essa configuração de forças não vai ficar assim por muito tempo, pois se as coisas continuarem nessa tendência atual estaríamos nos dirigindo para o desastre planetário. Nesse desastre planetário, pode ser que nos aniquilemos completamente e daí não haveria ninguém para continuar contando a história do universo a partir da perspectiva do ser humano, mas eu sinceramente não acredito que os planos do universo para os seres humanos se resumiriam na concretização dessa hipótese. Pode ser que haja grande dor e sofrimento, mas que a partir dessa grande dor e sofrimento os seres humanos continuem encapsulados em seus países e o processo de desenvolvimento diminua sua marcha e continue progredimento, mas certamente mais dor e o sofrimento continuarão a ser impingidos a todos até que chegue o ponto de estrangulamento.

Esse ponto de estrangulamento a que me refiro seria provocado pela união de cabeças e culturas diferentes em torno da sobrevivência da raça humana quando essa dor e sofrimento, em escala planetária, atingirem a todos indistintamente a ponto de remover as resistências individuais, os interesses políticos, econômicos, sociais, religiosos, culturais, fronteiras entre países etc.

Quando e se atingirmos esse ponto de estrangulamento, a humanidade estará pronta para dar o seu próximo salto espiritual, qual seja a de uma consciência planetária que acabe com as fronteiras entre os países, que os unifique em torno de um pensamento único, de objetivos econômicos, sociais e religiosos únicos, apesar de mantidas as diferenças de língua e culturais, fazendo com que esse salto espiritual, acompanhado pela acumulação de conhecimento e renda projetem o homem para fora do planeta terra e passe a ocupar outros planetas do universo.

O cosmo pode ser o futuro da humanidade nesse sentido, pois a capacidade de o planeta terra suportar o crescimento da raça humana, da sua acumulação de poder e renda, vai se esgotar em pouco tempo e, brevemente, passaremos a conviver com os limites do crescimento como, por exemplo, a disponibilidade de água a um número crescente de pessoas pelos diversos países do mundo em expansão.

A tecnologia foi capaz de, aparentemente, ter tirado a razão daqueles filósofos que previram que chegaria um dia na face da terra que faltaria comida e água, pois o crescimento populacional ocorria em progressão geométrica e a produção de alimentos em progressão aritmética.

Digo que esses filósofos aparentemente e momentaneamente foram desmentidos, pois o desenvolvimento tecnológico supriu a escala menor do crescimento da produção e foi capaz da suportar até o momento o crescimento populacional.

Contudo, com uma população mundial que cresce uma média de 2% ao ano e dobra a cada quarenta anos será que o desenvolvimento tecnológico vai continuar suportando essa diferença por muito tempo? Onde encontrar recursos não renováveis e energia suficiente para produzir produtos e serviços para bilhões de pessoas que dobram a cada 40 anos? A resposta só pode ser fora do planeta terra, ou seja, em outros planetas.

Continua...