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A relação pessoal do ser humano com a lei da gravidade é fonte de muitos vícios de postura, dependendo de como se posiciona e se locomove no mundo. A forma como deitamos, nos sentamos e andamos criam tensões que funcionam como pesos extras em nosso corpo. Andar com o rosto voltado para o chão ou sentar sem apoio para os pés são simples exemplos de como criamos vícios de postura.

 

Desenvolvida no início do século XX pela fisiologista e bioquímica americana Ida Rolf, o rolfing é uma massagem mais profunda que atinge até as membranas que envolvem a musculatura: as fáscias. Com o uso das mãos, punhos, antebraços e cotovelos, a massagem visa devolver a elasticidade natural interna das fáscias para corrigir desvios de postura e dos eixos do corpo, conseguindo alterar o posicionamento das costas, pernas, joelhos e, enfim, qualquer parte do corpo que esteja desalinhada.

Há duas abordagens da técnica: o rolfing estrutural e o rolfing em movimento. A primeira técnica é mais conhecida, e aí está sua base teórica. A segunda promove trabalhos em grupo, e seu foco é o autoconhecimento corporal e a postura. Não há manipulação profunda do tecido conjuntivo e sim toques leves e sugestões de movimentos. A idéia é trazer consciência no andar, no sentar, no ficar de pé, no trabalhar, etc., uma nova forma de se estar no mundo.

A integração estrutural necessita de no mínimo dez sessões para ser conseguida, mas necessita daquele autoconhecimento postural. Observar o peso em cima dos ísquios (os ossos das nádegas) quando se está sentado, manter os pesos bem distribuídos nos pés, quando se está de pé, manter a coluna ereta e o pescoço alinhado com a mesma, são alguns exercícios de auto-observação a serem constantemente praticados.

Barbara Brennan relata um estudo feito analisando os efeitos do rolfing sobre o corpo e sobre a psique. Utilizando eletrodos especiais (de um composto prata/cloreto) sobre a pele, registrou-se a freqüência de sinais de milivoltagem emitidas pelo corpo, que correspondiam sempre às mesmas alterações de cor na aura pessoa, vistos por oito diferentes pessoas, que podiam ver essas alterações 11:59. Além de se comprovar a associação consistente entre efeitos físicos e efeitos sutis emocionais e mentais, visto da mesma forma por oito pessoas diferentes, demonstrou a interligação do campo físico com o campo emocional e mental.

Categoria: Órion Volume 2

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