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Lendária Flor desata controvérsia na imprensa chinesa sendo notícia nos meios estatais por vários dias antes de ser censurada.

 

Por Shi Yu - La Gran Época 07.03.2010

Cercada de mistérios e profecias a aparição da belíssima Flor a cada 3.000 anos, segundo a tradição esotérica de vários países asiáticos, anuncia a chegada ao planeta de um Grande Sábio ou Ser Iluminado.  O artigo descreve a Flor como "Celestial e sem igual ". 

"A Flor Udumbara se assemelha a um sino e seu talo parece um fio de seda. As flores podem surgir em qualquer lugar, em folhas de outras plantas, em aço inoxidável, tábuas de madeiras, plástico, frutas, granito, vidro, portas de alumínio, papel, lâmpadas elétricas, etc... ".

 

 

          "Segundo descrevem as escrituras Budistas, o nome de Udumbara significa Flor de Sabedoria ou Flor do Vazio, e sua aparição anuncia a vinda ao mundo do Rei que gira a Roda para a salvação dos seres conscientes do mundo". Segundo religiosos das tradições Budistas somente se pode encontrar explicação para o florescimento destas Flores, através do ponto de vista da Religião e da Fé.

 

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(palestra proferida em 28.04.06, no MASP (SP), no lançamento do livro “O Ícone, uma escola do olhar”, de Jean-Yves Leloup, editora UNESP – gravada em fita k-7, por um amigo) 

Uma primeira tradição dizia que o Cristo deveria ser feio. Confirmando, tem o seu fundamento no livro do profeta Isaias quando ele fala do servidor do Messias: “o que nós vimos é sem beleza e sem brilho”.  E aí a tradição diz que se o Cristo fosse muito bonito ele teria seduzido as pessoas. O fato de que ele não tivesse beleza e nem brilho, ele iria tocar uma outra dimensão do ser humano e as pessoas não o teriam seguido por sua aparência. Ao lado dessas tradições há aquela que é fundamentada nos salmos e diz que o Messias é o mais belo dos filhos dos homens, e a partir desse salmo, alguns vão dizer que Jesus era realmente o filho mais belo dos filhos dos homens.

Então nos primeiros séculos não havia representação de Jesus, e cada um, segundo sua tradição, poderia imaginá-lo. Mas os evangelhos não incluem nenhuma descrição, e para os primeiros cristãos, muito próximos do antigo testamento, havia sempre a proibição de se fazer uma representação da divindade.

Foi no século V que começou a aparecer um tecido que se acreditava que seria um retrato de Cristo – é o que vamos chamar de ‘mangdylion’; e também pode ser chamado de ‘achéiropoietes’ – o ícone que não foi feito pela mão do homem, este ícone que foi atribuído a São Lucas. E para justificar a aparição desse tecido onde estava impresso o semblante, há várias lendas. A primeira lenda é do Rei Abgar, rei de Edessa, que vivia na época de Jesus e estava leproso. Ele não poderia se misturar com os discípulos e no entanto, tinha um desejo grande de ouvir as falas de Jesus. Um dos seus servos foi convidar Jesus pra que viesse conversar com o Rei. A história nos diz que isso aconteceu pouco tempo antes da paixão, e que Jesus não pode ir até lá. Então esse servo quis fazer um retrato de Jesus, mas não conseguia. Então a história diz que Jesus pegou um tecido e fez com que seu semblante fosse impresso nele, e a partir do século XII, no Ocidente, essa história tornou-se a lenda de Santa Verônica, a mulher que no caminho da Paixão colocou seu manto sobre o semblante de Cristo.

Essa história vocês não encontram nos evangelhos, é uma tradição que apareceu mais tarde. Vocês podem perceber que o nome Verônica quer dizer ‘vera ikona’ – o verdadeiro ícone.

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 La Niña con la Paloma ( A Menina com a Pomba)
Óleo sobre Lienzo. Paris, 1901
Pablo Picasso

"O Luiz Fernando Veríssimo escreveu uma crônica hilariante sobre a Páscoa. Foi um diálogo absurdo entre um menino, seu pai e sua mãe, sobre o sentido dessa festa. A crônica termina com uma observação justíssima do menino. Disse ele: "Eu acho que ao invés de "coelho da Páscoa" deveria ser "galinha da Páscoa..." Pois é claro. Todo mundo sabe que coelhos não botam ovos. E todos sabem que galinhas botam ovos...Confesso minha ignorância: não sei como é que o coelho entrou nessa estória. Para início de conversa é preciso lembrar que os textos sagrados não fazem referência alguma a esse animalzinho fofo. Quem foi que teve a idéia de torná-lo o personagem mais importante dessa celebração cristã?

Certamente um gozador. E para tornar a estória mais absurda, fizeram com que os coelhos, que não botam ovos, botassem ovos de chocolate... Nos tempos de Jesus Cristo havia chocolate? Acho que não. Galinhas não são seres poéticos. Na poesia elas sempre aparecem como bichos engraçados, cacarejantes, de inteligência curta, cuja única função é botar ovos e serem transformadas em canja. Assim é compreensível que vocês não gostem da idéia de galinhas de Páscoa. Eu também não gosto. Mas poderia ser "pombas de Páscoa". Pombas são seres teológicos.

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A páscoa é uma festa comum a judeus e a cristãos e encerra uma metáfora da atual situação da Terra, nossa devastada morada comum. Etimologicamente, páscoa significa passagem da escravidão para a liberdade e da morte para a vida. O Planeta como um todo está passando por uma severa páscoa. Estamos dentro de um processo acelerado de perda: de ar, de solos, de água, de florestas, de gelos, de oceanos, de biodiversidade e de sustentabilidade do próprio sistema-Terra. Assistimos estarrecidos aos terremotos no Haiti e no Chile, seguidos de tsunamis. Como se relaciona tudo isso com a Terra? Quando as perdas vão parar? Ou para onde nos poderão conduzir? Podemos esperar como na Páscoa que após a sexta-feira santa de paixão e morte, irrompe sempre nova vida e ressurreição?

Precisamos de uma olhar retrospectivo sobre a história da Terra para lançarmos alguma luz sobre a crise atual. Antes de mais nada, cumpre reconhecer que terremotos e devastações são recorrentes na história geológica do Planeta. Existe uma "taxa de extinção de fundo" que ocorre no processo normal da evolução. Espécies existem por milhões e milhões de anos e depois desaparecem. É como um indivíduo que nasce, vive por algum tempo e morre. A extinção é o destino dos indivíduos e das espécies, também da nossa.

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