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A hipótese da Terra (Gaia) como um gigantesco Organismo Vivo foi para mim - na década de 80 - uma magnífica, indescritível e inimaginável experiência de quebra paradigmática. Naqueles anos eu mergulhei em leituras impensadas, que vagavam da física quântica às fundamentações antropológicas e ecossistêmicas de nossas mais radicais realidades humanas e planetárias...de fato foram tempos de muita introspecção e de duros ajustes em minhas sinapses e na compreensão consciente das coisas deste Universo!!

 

James Lovelock

Mais uma vez o mesmo mestre de outrora e pai da teoria de Gaia, James Lovelock - hoje com os seus 90 anos - publica um novo livro, na verdade mais um de uma série de alertas, que foi lançado no Brasil no próximo dia 12/01/2010, e nos convida, na verdade nos convoca, nos recruta, para travar duras reflexões sobre o agora da Humanidade e do Planeta Terra : "GAIA: ALERTA FINAL"!!!

Com fortes críticas aos movimentos verdes da atualidade e às decisões políticas das nações frente os desafios inadiáveis das mudanças climáticas inevitáveis, o autor vai fundo na questão da sobrevivência e do prosseguimento da humanidade num mundo instável e caótico, onde o modelo de conforto urbano está com os dias contados e será levado a cabo nos próximos anos e décadas...veja abaixo alguns pequenos trechos do Primeiro Capítulo:

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Publicado por Marcus Vinícius Simioni em 4 janeiro 2010 às 19:31
 

Sugiro mudanças no programa, com o objetivo de se considerar as novas perspectivas da energia nuclear, conforme as disposições no programa INPRO da Agência Internacional de Energia Atômica.

O intuito desse título não é defender a opção nuclear como única opção à geração de energia e sim defender a opção nuclear como grande alternativa para geração de energia TÉRMICA e elétrica. A diferença é sutil, mas importante: Fontes alternativas são úteis e devem ser utilizadas, quando disponíveis. No entanto, é preciso muito mais do que regime de ventos e níveis de reservatório de represas para cumprir as demandas por energia da nossa sociedade. Diminuir a demanda por energia pode ser parte da resolução do problema, desde que se trabalhe a eficiência e a redução de desperdícios. No entanto, a experiência nos diz que, havendo uma maior eficiência e desperdício zero, a economia gerada é convertida em mais consumo por se tratar de um ativo disponível na ponta da economia. É o caso análogo do cidadão que compra um carro “Flex” e, com a economia gerada no gasto de combustível, ele gasta numa longa viagem de avião.

Num ciclo termodinâmico de potência, como é o caso de todas as termoelétricas (carvão, gás, biomassa e nuclear), parte considerável da energia deve ser rejeitada na forma de calor. Isso se deve à Segunda Lei da Termodinâmica que enuncia (enunciado de Kelvin-Planck) “é impossível para qualquer sistema operar em um ciclo termodinâmico e fornecer uma quantidade de trabalho líquida para suas vizinhanças enquanto recebe energia por transferência de calor de um único reservatório térmico”. Infere-se a partir deste enunciado que não é possível aproveitar todo o calor gerado para conversão de trabalho. Há possibilidade de se dimensionar ciclos de regeneração e recuperação de energia, contudo sempre limitado ao enunciado da 2ª Lei. Apenas 30% da energia disponibilizada pelo combustível é convertida em trabalho, o resto, 70%, é dissipado em calor.

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O poeta Affonso Romano de Sant'Ana e o prêmio Nobel de literatura, o português José Saramago, fizeram da cegueira tema para críticas severas à sociedade atual, assentada sobre uma visão reducionista da realidade. Mostraram que há muitos presumidos videntes que são cegos e poucos cegos que são videntes.

Hoje propala-se pomposamente que vivemos sob a sociedade do conhecimento, uma espécie de nova era das luzes. Efetivamente assim é. Conhecemos cada vez mais sobre cada vez menos. O conhecimento especializado colonizou todas as áreas do saber. O saber de um ano é maior que todo saber acumulado dos últimos 40 mil anos. Se por um lado isso traz inegáveis benefícios, por outro, nos faz ignorantes sobre tantas dimensões, colocando-nos escamas sobre os olhos e assim impedindo-nos de ver a totalidade.

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Produto estrategicamente amparado pelo aval do Palácio do Planalto e embalado para ser visto por 20 milhões de espectadores pagantes, “Lula, o Filho do Brasil”, o mais caro filme produzido até hoje no país (algo em torno de R$ 40 milhões, incluindo farta publicidade, confecção de 430 cópias e outras despesas) - fracassou miseravelmente.

Ao tomar conhecimento do fato Lula ficou “desapontado”, pois contava com o êxito do filme para arrebanhar votos e eleger Dilma Rousseff - ex-terrorista e assaltante de banco - à presidência DA República.

Em São Paulo, principal mercado exibidor do país, o filme de Lula conseguiu pouco mais de 100 mil espectadores na sua segunda semana de exibição. (Para se ter idéia do desastre, em apenas três dias o desenho animado “Alvim e OS Esquilos”, produção de segunda linha Americana, superou a Casa dos 640 mil ingressos vendidos). E na sua terceira semana de exibição, em circuito nacional, a frequência media do filme, que já era baixa, caiu 70%, consolidando a derrocada.

Fui ver o filme de Lula numa sala da Zona Sul do Rio, na última sessão de uma sexta-feira, horário considerado nobre para o mercado exibidor.

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