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Publicado no Planeta Jota

Quais os limites da medicina científica? Por que as terapias alternativas ameaçam invadir o campo de trabalho da medicina convencional?  Qual é o novo conceito de tratamento integral? Qual o papel das crenças e das orações nas curas médicas? Que interesses conspiram contra a medicina moderna? Por que os médicos vivem tão mal? 

Estas e outras questões da medicina do presente e do futuro são respondidas neste depoimento inédito do neurocirurgião fluminense Francisco Di Biase a Jomar Morais. A conversa foi realizada durante a produção da reportagem de capa da revista Super sobre a crise da medicina, assinada por JM, mas só agora é divulgada na íntegra. 

Di Biase é autor do livro O Homem Holístico- a unidade mente-natureza e co-autor do livro Science and the Primacy of Consciousness- Intimation of a 21st Century Revolution, em parceria com Stanislav Grof, o pai da Psicologia Transpessoal, Karl Pribram, criador da teoria holonômica do funcionamento cerebral, Rupert Sheldrake, criador da teoria dos campos morfogenéticos, e os físicos quânticos Henry Stapp, Fred A. Wolf, Amit Goswami e Richard Amoroso. 

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Você tem a sensação de que o tempo está voando? Não é o único. Pesquisadores estão tentando entender como - e por que - tudo ficou tão rápido (boa parte da culpa pode ser daquele monte de badulaques hipervelozes de última geração)

Sérgio Gwercman

Matéria da Superinteressante

Você deve demorar uns seis minutos para ler as 1 679 palavras desta reportagem. Um pouco mais, um pouco menos, dependendo do seu ritmo, mas estima-se que a velocidade de leitura de um adulto chegue a 350 palavras por minuto. Convenhamos, seis minutos não é muito – mal dá para lavar a louça do jantar. Mas procure na banca de jornais quantas revistas fazem reportagens de quatro páginas, como esta, ou de dez, como a capa da edição que está em suas mãos, e você verá que a Super ocupa um espaço cada vez menor – o das revistas de "leitura longa". "Existe um consenso entre editores do mundo todo de que os leitores têm cada vez menos tempo – e paciência – para ler. Por isso, a solução é fazer revistas, jornais e livros cada vez mais acelerados", diz o jornalista canadense Carl Honoré. Para ele, a proliferação da leitura rápida é um dos sintomas de uma epidemia que assola todas as sociedades industrializadas: o desejo de viver em velocidade.

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“Eu estou fazendo isso, eu sou co-responsável por isso... Meu Deus, que dor...”.

 

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lv 19:18, Mt 22:39, Mc 12:31 e Lc 10:27), disse o Cristo ser o segundo maior mandamento, abaixo apenas do amor a Deus. Essa frase condiciona o amor ao próximo ao amor a si próprio. Para amar o próximo devo amar primeiro a mim mesmo. Mas como amar algo ou alguém a quem não se conhece. Só se ama e conhece o outro quando se ama e se conhece a si mesmo. O amor, verdadeiro e incondicional, compreende o outro sem reservas, coloca-se no lugar dele, respeitando-o. Amar é saber escutar e interpretar, é olhar o outro e saber vê-lo em seu íntimo, sem teorias e sem “pré-conceitos”. Para isso necessitamos saber nos escutar e interpretar, olhar e ver o nosso íntimo, sem teorias e sem “pré-conceitos”.

 

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A medicina convencional, baseada na alopatia, no combate aos sintomas e em intervenções de modo geral agressivas ao organismo do paciente, está aos poucos perdendo a sua posição hegemônica nos países ocidentais. Surpreendida pela revolução comportamental que varreu o Ocidente nas últimas décadas do século XX, questionando vários dos princípios iluministas que regem a cultura européia – e seus herdeiros nas Américas –, a medicina convencional passou a dividir espaço com a homeopatia, a acupuntura, a ioga, a meditação e dezenas de outras práticas terapêuticas não-invasivas, quase todas de origem oriental, antes confinadas entre nós ao terreno do curandeirismo.

Chame-se a isso de medicina alternativa ou complementar, integrativa ou holística, a verdade é que algo está mudando numa área vital para as pessoas: a manutenção da saúde. E a tendência de mudança não reflete apenas o interesse dos indivíduos por tratamentos mais suaves e com menos riscos de efeitos adversos. Há aí também indícios de uma abertura em direção a um novo paradigma científico, cujo impacto na maneira de o homem lidar com a medicina, com as doenças e com sua própria vida promete ser avassalador.

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