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Cf. A Caverna Interior (Parte 1)

 

Precisamos energizar estes pensamentos e sentimentos silenciosos e negativos, verbalizá-los, energizar a suaexpressão, pondo a energia em movimento. A saída e energizar e incluir. Se energizamos estas partes negativas, a energia se descongela e é novamente transformada em fluxo da vida. Então nós podemos direcionar este fluxo para a vida e a novas imagens, pensamentos e sentimentos graciosos que sejam mais adequados, favoráveis à saúde e ao bem estar. Pensamentos e sentimentos são condicionados por fatores energéticos carga, descarga, pulsação, intensidade, grounding, centramento.

Se a energia é retida e estagnada, ela se transforma e gera pensamentos, sentimentos e atos literalmente distorcidos. De alguma forma, esta distorção fica também visível na nossa corporeidade.

Lowen (1995) nos seus escritos a espiritualidade do corpo, usa o conceito da graciosidade relacionado com a espiritualidade. Nos animais livres encontramos uma graça em seus movimentos, uma suavidade flexível que nos encanta como se um pêndulo de energia viva pulsasse do olhos aos pés. Essa pulsação graciosa circulando provoca sensações, sentimentos e emoções, promovendo o profundo contato com o próprio organismo e com o meio que o cerca.

A espiritualidade está presente em todos os elementos da nossa vida e se manifesta quando buscamos compreender  o significado da vida. Ela é como o raio. Sobre  este pensa-se que trata-se de uma descarga elétrica da atmosfera para a terra e, no entanto, é exatamente o contrário, o raio parte da terra para a atmosfera. Da mesma forma, a espiritualidade está em nós. Não é um fenômeno exterior e sim o resultado, da compreensão do significado e sentido da nossa existência. É a força maior e, quando desabrocha, nos conecta com todos os demais elementos do universo.

Nessa dinâmica descobrimos o nosso mecanismo de funcionamento significa ter consciência dos sentimentos que nos invadem e sermos capazes de nos compreender, compreender nossos interlocutores, rever nossas relações, estabelecer novas formas de relacionamento, mas sempre conduzindo para o entendimento, sem perder de vista os valores, a afetividade e a coerência. “Você vai descobrir que a voz interna é capaz de fazer calar a sua mente crítica, linear, racional, permitindo que tome consciência do saber de Deus6 que está dentro de você” (SHIELD,2002, p.160).

Acredito que quando as pessoas entram em contato com elas mesmas, desenvolvem sua espiritualidade. Nossa sociedade e o processo que geralmente vivemos afastam as pessoas de seu verdadeiro eu, nos fazem perder contato com nossa dignidade, nossa espiritualidade. A busca consiste em procurar descobrir o que podemos fazer para saberque somos e, então, expressar a nossa identidade espiritual através dos atos humanos.

É com esses contatos dentro de nós, que descobrimos as ferramentas para a descoberta do um novo ser, da verdade e do divino que sempre existiram para nós. Quando estamos centrados em si mesmo, no presente no agora, abrimos nosso coração, suavizamos as fronteiras do ego, tomamos consciência do nosso funcionamento dos sentidos e emoções que podem ser usadas a todo momento. “O importante é que a pessoa descubra o seu ser” (MAY, 2000, p.182).

O crescimento interior é, definitivamente, a grande meta a que devem aspirar todos os seres humanos. O homem que se auto-descobre, não mais permanece na indecisão, cultivando pensamentos pertubadores em atitudes masoquistas, mas empreende a marcha pela busca da sua auto-realização e da sua total harmonia íntima.

A vida na realidade é uma viagem de autodescoberta, em que um ser iluminado é capaz de se interiorizar para saber quem é na verdade e que tem o conhecimento de que pode mudar para melhor pelo amor a si mesmo.

A caminhada de autodescoberta é uma prática de harmonização. Nas vivências corporais de harmonização, tem como objetivo abrir a mente para os sentimentos positivos, descobrimos quanto é significativo a existência, investindo em cada momento de forma agradável e compensadora, esforços de auto-superação, de valorização do ser, que se transformam em fonte geradora de felicidade, alegria e solidariedade. “A solidariedade é, pois, o modo fundamental de desenvolvimento do potencial humano” (MARIOTTI, 2000, p.271).

O autodescobrimento contribue para momentos felizes, de auto-realização, que despertam o indivíduo para o crescimento moral e espiritual. “O processo de autodescobrimento é uma fase posterior ao processo de autoconhecimento, muito embora se possa iniciá-lo enquanto se vive o reconhecimento das características do ego” (NOVAES, 2003, 55).

Através do autodescobrimento, vamos eliminando   das nossas profundezas as matrizes de nossos comportamentos inadequados, que provocam essa incômoda atmosfera de descontentamento a envolver-nos de tempos em tempos. Por não conhecemos em profundidade é que temos medo de nos mostrar como realmente somos. Autodescobrir-se é conhecer seus próprios potenciais internos, percebendo a capacidade de realização pessoal e enfrentando os processos, nos quais a vida exige envolvimento e solução.

No processo de autodescobrimento é indispensável a vivência íntima das aspirações superiores, a fim de que a música da palavra as traduza para o exterior retamente. É importante nas vivências, oportunizar-se o autoconhecimento para a descoberta das dimensões do ser. “Autodescobrir-se é conseguir revelar à consciência, gradativamente, os conteúdos que se encontram inconscientes, além de descobrir como funcionam os mecanismos psíquicos entre a vida consciente e a inconsciente” (ibid. p. 54).

Compreendendo o funcionamento do reino interior, conhecendo a nós próprios, poderemos adquirir importantes subsídios para compreender os processos que regem a nossa casa mental, pois esse entendimento nos levará a descortinar os verdadeiros princípios da autotransformação. Quanto mais se conhece, mais existe luz. O conhecimento de si mesmo não tem limites. Ele não leva a uma realização ou a uma conclusão. É um rio sem fim. Quanto mais se mergulha nele, maior é a paz que se encontra.

Na caverna é onde o ego e o Self7 se encontram. No processo de autodescobrimento obtém-se a capacidade de acreditar em si mesmo independente das contingências externas. Nossa real essência, a espiritualidade, necessita do corpo como veículo para a comunicação, cujo propósito nada mais é do que a  união, o retorno ao criador.  “Todo esforço de ser, portanto, orienta-se no sentido de se instruir-se principalmente, a respeito de suaprópria natureza (autoconhecimento), para retornar às suas origens divinas” (MIRANDA, 1994, p.294).

A autotransformação é o processo de retomada da própria vida a partir do referencial do Self, dispondo-se o indivíduo a atuar nela com o conhecimento de si mesmo e com a descoberta e utilização adequada dos próprios potenciais interiores. ”Quando nos tornamos conscientes de nossa transferências e projeções podemos escolher fazer a entrega para efetuar a transformação com a responsabilidade pelo nosso próprio processo e retornar ao Self “ ( JUNG, 1964). Em outras palavras, é um processo de relação com o mundo e que deve ser feito na convivência  social, no contato com o que se lhe opõe, internalizando as experiências e crescendo nelas. 

Do ponto de vista psicológico, o inconsciente é o conjunto dos processos que agem sobre a conduta, mas escapam à consciência. As notáveis contribuições de Freud, e, mais tarde, de Jung, entre outros, de o inconsciente passou a ser a parte da atividade mental que inclui os desejos e aspirações primitivas ou reprimidas, segundo o mestre de Viena, em razão de não alcançarem a consciência espontaneamente, graças à censura psíquica que bloqueia o conhecimento do ser, mas somente através dos métodos psicoterápicos revelação dos sonhos, redescobrimento dos fatores conflitivos, atos pertubadores e outros ou dos traumas profundos que afetam o sistema emocional.

A medida que o Ser se conscientiza da sua realidade, transfere-se de níveis e patamares da percepção psicológica, para aprofundar buscas e sentir o apelo das possíveis realizações. Atingindo os níveis superiores da consciência, nos quais vivencia estados alterados, lentamente abre comportas psíquicas que se assinalam por traços dessas percepções até imergir no inconsciente profundo. 

Esse inconsciente profundo, porém, que alguns psicólogos transpessoais e mentalistas denominam como sagrado, é depósito das experiências do espírito eterno, do eu superior, da realidade única da vida física, da causalidade existencial. O mal e os males não o atingem, porque a sua compreensão do bem leva-o a identificar Deus em tudo, em todos amando as mais variadas, ou agressivas, ou persuasivas formas de alcançá-lo. Essa libertação, essa desindentificação com o ego, inunda-o de equilíbrio e de confiança, sem pressa nos acontecimentos, sem ressentimentos nos insucessos. Nesse processo de autodescobrimento o ser torna-se plenamente realizado, sente-se purificado da mazelas, sem ambições, nem tormentos. Aproxima-se do estado numinoso. Liberta-se. 

A caverna é um lugar sagrado, ligado ao útero da Mãe-Terra, da deusa da natureza, onde ocorrem as transformações e os renascimentos e que simboliza a profundidade da natureza interior. Uma revolução em nossa maneira de viver só pode começar a partir do interior de nós mesmos.

Nesse processo é necessário uma reforma íntima, onde sentimos o que somos, e como conseqüência vivemos a realidade do somos com harmonia, ainda que nos cause muitos desconfortos. As transformações do ser interior decorrem da necessidade de reforma  íntima, a qual pressupõe a educação dos pensamentos  das emoções. É uma decisão interna de mudar, face à necessidade de se desligar de situações e conflitos que não favorecem o crescimento pessoal.

Pensar a caverna nos instiga, para o auto-encontro. Meditando profundamente, nessa caminhada interior, o homem compreende o que não compreendeu no passado e se liberta pouco a pouco de tudo que o impede de viver uma vida plena, de ser feliz em todas as dimensões da sua vida, transformando-se em novo ser. Todos os nossos problemas que esse mundo nos oferece devemos usá-lo como fertilizante para uma maior transformação do nosso ser. Podemos chamar transformando a felicidade e sofrimento no caminho da iluminação. “A verdade é luz e, portanto, se revela como a luz, que sempre nos envolve e nos circunda” (REALE,2002, p.73).

A autotransformação é também a aplicação de uma filosofia de vida harmoniosa consigo mesmo, com o próximo e com a vida. É o exercício da harmonia interna no mundo externo, com todas as dificuldades inerentes ao convívio social. Nessa fase do crescimento pessoal, o indivíduo deve também por em prática sua coragem de atuar na vida como pensa e sente, pois suas idéias, já buriladas no autoconhecimento, e seus sentimentos já trabalhados no audescobrimento, não mais serão inferiores àquelas que estejam sendo percebidas externamente.

A caverna está intimamente ligada com o símbolo do coração. A autotransformação do Ser deve possibilitar a condição flexível de se assumir o que fez e faz, sem receio de censuras e críticas. A flexibilidade de espírito é marca característica do processo de autotransformação, não havendo lugar para a rigidez e inflexibilidade. Nessa caminhada com o  coração, nos conscientizamos da capacidade de alterar nossa vida e nosso destino. Percebemos que o mundochega até nós como reflexo da própria transformação interior.

Aprendemos que cada um tem uma missão de vida. No interior da caverna é um mundo à parte, onde compreendemos vivendo, o sentido da inquietação interna. A missão de vida se apresenta como uma sucessão de tarefas a serem realizadas e ultrapassadas. A inquietação interior é que nos leva a sair da confortável acomodação que se cria dentro dessa vida desumanizante, mecânica, para procurar sempre novos caminhos inovadores de crescimento. A  caverna nos leva para o caminho da iluminação.

A iluminação é um direito inato de todos nós. A fim de alcançá-la, precisamos nos tornar mais estáveis, permanecer mais em contato com quem e o que somos, o que realmente somos, não com o que fingimos ser ou com o que a sociedade e nossos pais nos disseram para ser.

 “Descubra o bem em todas as situações, que as considere boas ou más, certas ou erradas. É desnecessário dizer que isto não significa resignação nem rendição medrosa ou fraqueza. Significa seguir com o fluxo da vida e lidarcom o que até agora está além de seu controle imediato, seja ou não de seu agrado. Significa aceitar o lugar ondevocê está e a vida que lhe está reservada neste momento. Significa estar em harmonia como seu próprio ritmo interior. Esse procedimento abrirá o canal para o seu Eu divino, acontecendo finalmente a auto-realização total”  (PIERRAKOS, 1990a, p. 85).

Em primeiro lugar, sejamos claros sobre a unidade da personalidade humana. Os seres humanos que vivem harmoniosamente desenvolveram os aspectos físico, mental e emocional de sua natureza. Devem ,essas três esferas, funcionar em harmonia uma com a outra, cada uma auxiliando a outra, em vez de uma faculdade dominar a outra. Se uma função é pouco desenvolvida, ela provoca uma desarmonia na estrutura humana, e também mutila a personalidade toda. De acordo com Pierrakos (1999a, p.84), “a mensagem que vem do verdadeiro eu diz: 'seu direito inato é a felicidade perfeita, a liberdade e o domínio sobre a vida'." Considerando a felicidade como sendo a harmonia entre o ego e o self, o descobrimento dos valores profundos do ser, o sentido, o significado da vida, centra-se na busca e no encontro da felicidade. Quando lutamos  por esse direito inato seguindo os princípios dualistas, nos afastamos mais e mais da auto-realização, na qual perdemos  o  domínio, a liberdade e a realização total. “Quanto mais frágil for essa essência menos você será capaz de entrar em contato com o centro do seu ser interior, que pode dar-lhe tudo aquilo que você possa precisar: bem-estar, produtividade e paz interior, verdadeiros subprodutos da descoberta do verdadeiro eu.” (ibid, p. 85). 

A felicidade não é ter, não depende de possuir determinadas coisas, sejam elas quais forem, mas é um modo de ser do homem e depende da conseqüente maneira com que ele se relaciona com as coisas. Sentir-se feliz por existir e por estar realizando a própria vida, independe das circunstâncias aversivas, ou não, que atravesse, tendo a felicidade como um estado de espírito permanente. “Se queres ser feliz cuida da sua alma” (REALE, 2002, 102).

O processo de auto-iluminação nos permite colocar, no lugar mais reservado de nosso ser, a realização do destino pessoal em consonância com os objetivos divinos. Nesse processo devemos buscar o estado permanente de paz e harmonia interior e exterior. Isso ocorre quando, além de descobrimos o sentido da vida, vamos a busca de novos e maiores objetivos.

A caverna é lugar onde encontramos um presépio. Quem contempla uma criança adormecida tem de ficar bom, tem de ficar manso. Uma criança adormecida não pede festa: pede silêncio e tranqüilidade nesse sentido Alves (2004,p.141),  nos revela :

“o presépio nos faz querer voltar para lá, para esse lugar onde as coisas são sempre assim, banhadas por uma luz  antiguíssima e ao mesmo tempo acabada de nascer. Nós também somos de lá. Estamos encantados... Advínhamos que somos de um outro mundo." Dentro de nós existe um presépio. Na manjedoura, dorme uma criança. O nome dessa criança é o nosso nome. Dorme em nós o Menino-Deus.

O ser humano está fadado às estrelas, auto-iluminando-se com o esplendor da sabedoria do amor e do conhecimento, de forma a atingir a meta para a qual foi criado: a perfeição. Há um incomparável sol de esperança nos patamares superiores da corporeidade, nos quais se encontram, em toda a grandiosidade, as legitimas expressões do ser espiritual, aguardando o seu desabrochar. “No esplendor da sabedoria o amor precisa de terreno fértil, de luz, de claridade, paradesenvolver. É como se fosse uma flor muito singela que precisamos cultivar” (TEZOLIN,2003, p.78). Dentro desse contexto, é de suma importância refletir:

no caminho do autoconhecimento do ser, de sua autorealização, não é o conhecimento da vida que ilumina a vida, mas a vida alegremente vivida que é capaz de transcender a vida, iluminando a sua própria caminhada  e de outros que possam ser contemplados pela força e beleza de sua alegria luminosa. (CAVALCANTI, 2004,p.5):

Na  caverna  encontramos a fênix. É o lugar de morrer para renascer. Da nutrição e da proteção. Do mundo subterrâneo e da escuridão à luz divina. Para que o homem reintegre a sabedoria divina em sua consciência cotidiana, é preciso que transforme o metal, isto é, o que é, material, denso, opaco, em ouro, isto é, em luz. Isto quer dizer simplesmente  que a consciência, até então limitada ao mundo material, deve se expandir, integrando todas as dimensões. A partir daí, o homem passa a compreender tudo à luz da totalidade, cujas consciências é alcançada através da travessia de suas próprias sombras. Para alcançar e deixar emergir todo o seu potencial interior, é necessário que o homem purifique sua identidade humana, libertando-a de suas sombras (julgamentos, medos, ódios, culpas, tristezas, apegos) que contaminam sua relação consigo mesmo e com o mundo. Essa transmutação das sombras em luz só se faz através da compreensão profunda, que exige práticas corporais de harmonização, experiência interior, revivência pessoal e consciente. Na minha caverna interior sinto a fênix sobrevoando um novo mundo do renascer, não sei como chamar quem renasce das próprias dores e do próprio fim.

No processo de iluminação interior o indivíduo descobre a liberdade como compromisso consigo mesmo e com Deus. Sua liberdade é exercida sem qualquer preocupação com as prisões externas, visto que mantém o coração e a consciência disponíveis para suas próprias escolhas. Nada o prende nem o limita no sentido psicológico, face à suacapacidade de adaptar-se às contingências externas sem alterar seu rumo. Possui a liberdade de ser aquilo que se determinou sem as influências externas, porém respeitando-as.

 


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[6] A palavra Deus, nesse trabalho tem o mesmo sentido da afirmação de Maslow (1971, p. 47) “para mim, Deus é uma palavra usada para indicar nossa subjetividade inefável, o potencial inimaginável que está dentro de cadaum de nós. ”

[7] Self: a pessoa como um todo, noção de si mesmo interiorizada, é como o indivíduo se vê e sente quem é perante ele mesmo.

Categoria: Filosofia