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Bruno Rodrigues Parahyba

5º Semestre de Medicina na Universidade Federal do Ceará

Professora Eliane,

inicialmente venho parabenizá-la pela disciplina a qual participei, foi extremante gratificante e todas as discussões em sala de aula foram muito proveitosas. Levarei comigo algumas lições para o resto da vida, principalmente aquelas obtidas com os depoimentos no documentário apresentado em video, foi, sem dúvida alguma, maravilhoso. A disciplina nos fez refletir sobre a complexidade dos seres humanos e ao mesmo tempo sobre a finitude das nossas vidas. Adorei! Em anexo estou enviando meu texto conforme a senhora solicitou como forma do processo avaliativo da disciplina, nele expus tudo o que aprendi em sala e com a leitura do texto também.
Obrigado,

            A Medicina já não é mais a mesma, os valores morais das ciências médicas têm sido sobrepujados pelo tecnicismo e pela aquisição da superficialidade nas relações humanas, incluindo-se aí a relação médico-paciente, que cada vez mais tem-se deteriorado com o tempo. A Medicina como arte de curar e confortar tem tido sua imagem deturpada pelo excesso de egoísmo e austeridade de muitos profissionais de saúde no trato de seus pacientes, o que é exemplificado quase que diariamente nos corredores de muitos hospitais públicos de nosso país.

         Os Médicos têm perdido muito de sua essência individual, e muitas vezes suas crenças e seus valores pessoais, que progressivamente vem sendo substituídos por modelos comportamentais baseados na educação estritamente técnica e qualificada do mundo contemporâneo, aonde qualquer forma de interação sentimental entre médicos e pacientes muitas vezes têm sido vetadas e rechaçadas do ambiente clínico e hospitalar. É como se o corpo humano agora fosse uma máquina, que ao apresentar defeito, necessita de reparo, e caso contrário, é rejeitada para não atrapalhar a linha de produção e os lucros futuros. Essa organização hierarquizada e sistematizada de trabalho nos remete a uma idéia: será que estamos diante de uma reedição do clássico modelo Taylorista do século 20 aplicado ao campo da Saúde?

 

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Dizem os fundamentalistas... Ah! Você não sabe quem são eles. Vou explicar. Fundamentalistas são pessoas muito religiosas (se católicas, protestantes, muçulmanas ou judias pouco importa, pois todas pensam do mesmo jeito). Elas pensam que Deus é dono de um jornal. Não só dono como também redator-chefe, repórter e linotipista. Nesse jornal, que se chama O Correio Divino, tudo sai diretamente da pena de Deus, os editoriais, as reportagens, os artigos, os obituários, com a devida autenticação dos carimbos do cartório dos anjos. Por essa razão, tudo o que é ali publicado tem de ser acreditado tintim por tintim, nos seus mínimos detalhes: Deus não espalha boatos falsos, só para aumentar a venda. O Correio Divino publica só o que aconteceu de verdade, não importa quão fantástico possa parecer; para Deus tudo é possível, como o portento de Josué, que fez parar o Sol no meio do céu, e o do profeta Jonas, engolido e vomitado por um peixe, depois de gozar de sua hospitalidade visceral por três dias.

Pois eles, baseados no tal jornal, afirmam que Deus plantou um jardim maravilhoso há muito tempo, quase seis mil anos, muito longe, lá pelas bandas do Iraque. Por um desentendimento entre Deus, o casal de jardineiros e uma cobra, Deus expulsou os dois de lá e fechou a porta do Paraíso, que nunca mais foi achado. Por lá, hoje, só se acha areia, guerra e petróleo, e dizem os entendidos que foi isso que restou do jardim de Deus, transformado em óleo preto por artes do Demo.

Acho um desperdício. Se o que Deus queria era só plantar um paraisinho, por que gastar tempo e energia fazendo um mundo tão grande, tão bonito, o Rio Amazonas, o Himalaia, o mar, as praias com coqueiros, os riachinhos nas montanhas, o Pantanal e o Lago de Como, que é onde estou agora? Teria sido muito mais lógico fazer um mundo do tamanho do jardim, seria mais fácil tomar conta, e assim tudo caberia num asteróide, como aquele onde morava o Pequeno Príncipe.

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Os dias depois da morte e as lições da vida

Mesmo se eles envelhecem, os filhos guardam, no imaginário, um pai-herói. Francisco das Chagas, que emocionou o País ao chorar mergulhado no sangue do filho morto, já cumpre esse papel. Neste agosto, o pai do adolescente Bruce Cristian ensina como seguir em frente.

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. - 31/07/2010 16:00

Desde quando o soldado Yuri Silveira, do Ronda do Quarteirão, atirou um “para, para!”, domingo passado, na avenida Desembargador Moreira, a vida do técnico em manutenção de ar-condicionado Francisco das Chagas de Oliveira Sousa, 37, está suspensa.

Ele tenta explicar a Gustavo, o caçula, porque não é mais o irmão quem lhe prepara o leite de todas as noites. Ao mesmo tempo em que tenta entender como Bruce Cristian de Oliveira Sousa, 14, morreu antes dele, Francisco, envelhecer. Antes mesmo do primeiro amor surgir. Em pleno sonho de menino, ser jogador de futebol.

“O dia seguinte, a gente não aceitando ainda”, conta o cansaço, nesta entrevista feita na sala da casa por arrumar. Ele se ampara no próximo: quem lhe oferece um abraço, uma conversa. E, evangélico porque Bruce o converteu, se agarra a Deus - “o último galho”, como vai indicar, amanhã, nas Páginas Azuis do O POVO, o teólogo Leonardo Boff, em um casual e surpreende diálogo com essa história.

Neste começo de agosto, O POVO retrata o pai e o filho pelas saudades narradas. Pelo aprendizado dos dias depois da morte. E, principalmente, pelas lições da vida.

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Nosso corpo é pura luz; estamos repletos de luz transportada através de cristais líquidos dentro e fora de nossas células. Estamos cheios de água –- uma água muito especial composta de clatratos, cristais líquidos que formam “gaiolas” e permitem que a luz (energia pura) viaje a velocidades incríveis pelos caminhos do corpo, transmitindo as informações.

Estudos de difração com raios X estabelecem que as moléculas da água apresentam a forma de triângulos isósceles em que os átomos de hidrogênio (levemente positivos) ficam na base, e o de oxigênio (levemente negativo), no ápice, formando um ângulo de 105°. Esta característica físico-química da água leva à distribuição assimétrica das cargas eletrônicas; por este motivo, a molécula da água é altamente polar, podendo induzir polaridade nas moléculas vizinhas, gerando propriedades associativas entre si, em função da sua dipolaridade mostrando uma condutividade elétrica característica.

Cada molécula de água atrai quatro moléculas próximas, formando um agregado de massa cinco vezes maior. A união das moléculas de água é feita por fracas forças eletrostáticas, as ligações de hidrogênio (ou pontes de hidrogênio), cujo valor energético é de apenas 4,5 kcal.

Quando uma substância que contém grupos hidrófobos está presente no meio aquoso, as moléculas da água são forçadas a formarem um tipo de "gaiola", assumindo estrutura de "clatrato" . Esse tipo de estrutura restringe o movimento e o número de possíveis arranjos das moléculas de água, além de diminuir a entropia (caos molecular).

O clatrato é um composto molecular de moléculas de um mesmo tipo cristalizadas numa estrutura aberta que apresenta túneis e buracos, em que moléculas menores e de diferente estrutura são incluídas .

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