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Fonte: Vacina e Teste para AIDS

Ministério da Saúde reconhece que a imunização provoca aumento de um anticorpo que o exame para identificar o HIV interpreta de forma errada. Solução é fazer uma segunda checagem, mais sofisticada.  

Publicação: 22/05/2010 07:00 Atualização: 22/05/2010 16:21

Parte dos 61 milhões de brasileiros que se imunizaram contra a gripe A (H1N1), mais conhecida como gripe suína, e que se submeteram ao exame para detectar a presença do vírus HIV no organismo pode ter um resultado falso positivo mesmo sem o contato com a substância orgânica que causa a Aids. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde. De acordo com o Departamento de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis), Aids e Hepatites Virais, a vacina contra a nova gripe provoca o aumento do anticorpo Imunoglobina M (IgM), que o teste para o HIV interpreta como indicativo da contaminação pelo vírus da Aids. "Alertamos toda a rede de atendimento para informar àqueles que fizerem o exame para HIV que, se a pessoa tomou a vacina contra a gripe nos 30 dias anteriores, o resultado pode ser falso positivo", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Governo decide estender prazo de vacinação

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Leonardo Boff junto com Mark Hathaway escreveu o livro The Tao of Liberation. Exploring the Ecology of Transformation, N.Y. 2009.

O acordo alcançado por Lula e pelo primeiro ministro turco com o Irã a respeito da produção de urânio enriquecido para fins pacíficos possui uma singularidade que convém enfatizar. Foi alcançado mediante o diálogo, a mútua confiança que nasce do olho no olho e a negociação na lógica do ganha-ganha. Nada de intimidações, de imposições, de ameaças, de pressões de toda ordem e de satanização do outro.

Essa era e continua a sendo a estratégia das potências militaristas e imperiais que não se dão conta de que o mundo mudou. Elas estão encalacradas no velho paradigma do big stick, da negociação com o porrete na mão ou da pura e simples intervenção para a qual tudo vale, a mentira deslavada como no caso da guerra injusta contra o Iraque, a violência militar mais sofisticada contra um dos países mais pobres do mundo como o Afeganistão ou os conhecidos golpes armados pela CIA em vários países, nomeadamente na América Latina.

Curiosamente, esta estratégia nunca deu fruto nenhum em nenhum lugar. Os USA estão perdendo todas as guerras, porque ninguém vence um povo disposto a dar a sua vida e até suscitar "homens-bomba" para enfrentar um inimigo armando até os dentes mas cheio de medo e exposto à vergonha e à irrisão mundial. O que conseguiram foi alimentar raiva, rancor e espírito de vingança, fermento de todo o terrorismo.

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 “Quais são os grandes obstáculos desse caminho?  Simplesmente, as conseqüências do vácuo filosófico que incide sobre nossa sociedade materialista. Ele tem causado o alheamento dos habitantes desse planeta dos assuntos relacionados à busca do propósito da vida que, desde tempos idos, impregnou a imaginação dos seres humanos. Para esse alheamento contribuem a crise que assola a instituição família e o advento da mídia como entidade educadora. As mentes humanas foram sendo progressivamente apequenadas, sendo gradativamente poluídas pela busca insana dos meios de comunicação pela melhoria de seus índices de audiência, mesmo que isso ocorra à custa da exibição de programas que geram ânsias de vomito às pessoas mentalmente sadias. A ocupação pela mídia do espaço que outrora foi preenchido pela educação dos pais e pelas religiões deveu-se, em grande medida, à estagnação destas como mecanismos provedores de respostas às agruras da vida moderna e aos ataques das ideologias materialistas”.

“O mundo abriga, hoje, uma multidão de pessoas dedicadas mais a futilidades, cuja oferta é crescente, do que à busca dos valores espirituais. O problema cresce no mesmo compasso da explosão demográfica.  Mas, isso não quer dizer que se tenha que reduzir a população, embora saibamos que, se não alcançarmos modus vivendi harmonioso, a própria natureza o fará, já que ela sempre regenerou todos os desequilíbrios do planeta. Estamos na era do testemunho imediato dos fatos, por mais herméticos e distantes que possam ser e, talvez, seja o começo dessa atuação corretiva que estejamos presenciando, ao vivo, nos sinistros noticiários de nossos dias onde, cada vez mais, a vida parece valer menos”.

 

 

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Do original em Mídia sem Máscara (http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/10964-admiravel-gado-novo.html)

GRIPE H1N1

Esqualeno, mercúrio (timerosal), formaldeído e Triton X 110: substâncias tóxicas estão presentes nas vacinas a serem aplicadas na população brasileira. Em todo o mundo, há polêmicas, pesquisas, e processos contra a indústria farmacêutica. No Brasil, nada! A classe médica, o governo e a imprensa simplesmente desconversam e se omitem.

"Diet, injections, and injunctions will combine, from a very early age, to produce the sort of character and the sort of beliefs that the authorities consider desirable, and any serious criticism of the powers that be will become psychologically impossible. Even if all are miserable, all will believe themselves happy, because the government will tell them that they are so".

Bertrand Russell, The Impact of Science on Society p50, 1953

("Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são".

Bertrand Russel, O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade, pg 50, 1953)

A questão da vacinação contra o vírus A H1N1 é controversa no mundo todo. Pelo menos para aqueles que têm o mínimo de informação. Mas aqui no Brasil o assunto não existe, a questão é vazia, o silêncio unânime. Ou quase. São poucas as ovelhas que berram e muitos os lobos que salivam. Salivam duplamente, porquanto continuam à solta, vacinando obsessivamente e faturando alto no mercado internacional e nacional da vaidade e do poder.

Eu dividiria a questão em quatro partes, segundo as informações que disponho. Nesses últimos dias ficou-se se sabendo que uma instância da ONG européia a Council of Europe, a PACE (Parliamentary Assembly Council of Europe), uma espécie de concorrente alternativa à União Européia, esta sob domínio da Nova Ordem Mundial e suas instituições (ONU, União Européia, Council on Foreign Relations (CFR), Club Bilderberg, etc.), está oferecendo uma denúncia articulada contra a Organização Mundial de Saúde. Argumenta essa instituição européia que a OMS agiu e age de forma precipitada a levantar suspeitas na questão da vacinação contra o vírus A H1N1. A PACE congrega 43 países membros e não pode ser desprezada, embora a inegável posição ideológica de seus membros ao defender causas da esquerda européia. Tal ONG, entretanto, é muito mais lúcida e sadia do que suas contrapartes tupiniquins que pretendem as mesmas "transformações sociais" sem contar com meios fascistas de implementá-las ou apelar à desinformação turbinada por uma imprensa inconseqüente. Uma de suas causas é o combate e a denúncia da indústria farmacêutica, seus lucros indecentes e métodos reprováveis.

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