Avaliação do Usuário

por Maurício Gomide Martins

http://www.planetafala.blogspot.com/

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Entendemos que não é novidade para todos que as condições vivenciais no planeta estão em plena decadência. Sim, em consequência das atividades humanas, conforme ficou cientificamente estabelecido com a assinatura de mais de 2.500 cientistas no relatório final elaborado ao fim dos trabalhos de pesquisa do Painel Intergovernamental da ONU. Esse diagnóstico taxativo foi intensamente divulgado pela mídia em Fevereiro de 2007, de forma que a população em geral ficou ciente da catástrofe que se avizinha para os próximos 20 ou 30 anos, SE NÃO FOR TOMADA NENHUMA PROVIDÊNCIA PELAS AUTORIDADES COMPETENTES.

O nosso espanto provém do fato de que estamos às vésperas de entrar no ano de 2010, e os governantes só falam e agem no sentido de continuar (crescimento, progresso, desenvolvimento) a dilapidar os recursos habitacionais do planeta. Estamos percebendo que nossos dirigentes elegeram o suicídio da humanidade, com progresso econômico, olvidando as necessárias e urgentes ações de refreamento das causas de degradação do planeta. Por quê? Porque qualquer atitude ecológica concreta.

Leia mais...

Avaliação do Usuário

O consenso científico de que as atividades humanas começaram a ter efeito no aumento da temperatura da Terra durante o último século virou também parte da percepção pública. Com o surgimento de fábricas e usinas termelétricas movidas a carvão mineral, as sociedades industriais passaram a liberar no ar dióxido de carbono (CO2) e outros gases-estufa. Mais tarde, veículos a motor deram sua contribuição para essas emissões. Nesse cenário, as pessoas que viveram na era industrial são responsáveis não só pelo acúmulo de gases na atmosfera, mas também por pelo menos uma parte da tendência ao aquecimento que o acompanha. Agora, no entanto, parece que nossos ancestrais agricultores podem ter começado a lançar esses gases milênios atrás, alterando o clima do planeta muito antes do que se imaginava até então.

Leia mais...

Avaliação do Usuário

‘Há possibilidades, não probabilidades, de esperança’.

Entrevista com Edgar Morin

crise climática
Imagem: SXC

 

Edgar Morin tem a cabeça de um pássaro, ágil, inquieto, contundente, de uma raça que não se rende. Fala com a convicção de um otimista, mas sabe que as coisas estão mal, que se não for remediada a catástrofe é inevitável. A ética e a memória (de outros desastres) ajudarão para que o caos não aconteça. O filósofo, sociólogo, participou da resistência contra os nazistas, na França, “e seguirei resistindo às barbáries”. Tem 87 anos. Entre os estudantes da Faculdade de Sociologia da Complutense, em cujo Fórum falou na terça-feira, o autor de A política da civilização (ideia que copiou de Sarkozy) parecia um aluno a mais, mas com uma carga impressionante de sabedoria. E de pessiotimismo, como ele mesmo diz.

A entrevista é de Juan Cruz e está publicada no jornal El País,  06-11-2009. A tradução é do Cepat.

Eis a entrevista.

Leia mais...

Avaliação do Usuário
 

Já se passaram 30 anos desde quando o filósofo francês Roger Garaudy publicava seu livro Apelo aos Vivos. Naquela época Garaudy já alertava para um mundo em “um beco sem saída”, no qual o modelo de crescimento capitalista era tido como insustentável. O filósofo criticava a ideologia do progresso, opunha-se à matriz energética nuclear e denunciava o desperdício na produção, consumo e serviços. Certamente ele não foi o único a descortinar os desdobramentos imponderáveis do desenvolvimento econômico. Já havia a incômoda percepção de uma modernidade em que “tudo que é sólido se desmanchava no ar”, como argutamente escreveu Marshal Berman em outro livro, apoiando-se no velho Marx.

Mais artigos...

  1. Medicina do futuro inclui o poder de cura da oração
  2. Cada vez mais acelerado
  3. A Paixão de Cristo
  4. Um Outro Jeito de Curar