A Religião-sabedoria afirma que O TODO, um Princípio Onipresente, Sem Limites, Não-Criado, Eterno, Imperecível e Imutável (Parabrahman para os hindus), sobre o qual nada se pode especular, habita acima do existir e do não existir. O Absoluto que nunca pode ser alcançado e só pode ser compreendido em Seu próprio […]
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Na realidade não se pode falar de religião celta sem se falar da religião druídica, dos Druidas. Os cerimoniais célticos tinham um conteúdo “mágico” bem mais intenso que os druídicos pois neles havia uma comunhão muito grande entre o homem e a natureza.
Os milagres são comuns a todos os homens santos. Krishna fazia profecias, multiplicava pequenas quantidades de alimentos, curava doentes pela imposição das mãos (curou cegos, surdos, leprosos e aleijados), ressuscitou mortos e destruiu demônios, à semelhança de Jesus Cristo.
Seus cultos eram celebrados ao ar livre, seguindo as estações, embora não tivessem uma classe sacerdotal estabelecida. Acreditavam na vida após a morte, no próprio túmulo, e no paraíso Valhalla, para onde os guerreiros mortos em combate iam (semelhante crença se vê no código de leis hindu – vide adiante).
Simplificadamente, define-se substância cinzenta como tecido nervoso constituído predominantemente de corpos celulares e substância branca como o tecido formado pelos prolongamentos desses corpos. A formação reticular, uma região evolucionária muito antiga, apresenta uma estrutura intermediária entre a substância branca e a substância cinzenta.
A primitiva religião dos romanos é formada pela fusão das tradições dos povos etruscos (século VI a.C.) e itálicos, antigos habitantes da península itálica. Tem acentuado caráter doméstico, expresso nas divindades protetoras da família (lares), nas preces e oferendas rituais cotidianas, nos sacrifícios propiciatórios pela paz, para pedir bom tempo […]
“As palavras que O descrevem são inúteis de buscar, com o pensamento não poderás conhecê-Lo, ainda que cem mil vezes pense Nele, tampouco O descobrirás pelo silêncio, ainda que permaneças mudo vidas inteiras. Mil destrezas poderás praticar neste mundo, mas somente com o coração de criança poderás alcançá-Lo”. Granth Sahib
Chamado de “Olho do Mundo” e “Luz Inigualável”, Buda recomendava amar os inimigos, não acumular supérfluos, pagar o mal com o bem, respeitar os pais e os mais velhos e louvar a paz interior.
Atualmente, o sentido de civilização se contrapõe ao de barbárie e ao de selvageria. Será que já somos civilizados? Um dia já o fomos?
“… aquele que deseja ter o certo sem o errado, ordem sem desordem, não compreende os princípios do céu e da Terra. Ele não sabe de que modo as coisas influenciam-se mutuamente” 4:109. Chuang Tsé
“Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia.” William Shakespeare (1.564-1.616)
O YOGA O Yoga é o coração da religião. Ensina que a nossa essência, e a de tudo o que existe, é a “Consciência Pura”. O nível quântico seria um “vácuo”, vibrando energia cósmica e consciência, de forma que todo o Universo é uma “mente viva”.
Da aparente contradição sobre o início e o fim do Universo, vista em algumas religiões, a ciência já formula teorias conciliatórias (Multiverso atemporal). Enquanto a maioria das religiões acredita numa origem e manutenção guiadas por Algo existente fora do Universo, uma minoria (baseada em ensinamentos budistas) acredita que ele nunca […]
A origem do Hinduísmo se perde no tempo e a sua fundação é atribuída a três personalidades: Shiva, Rama (16.000 anos atrás) e Krishna (6.000 anos atrás), sendo os dois últimos considerados encarnações de Vishnu.
A Grécia antiga compreene o sul da península balcânica, a costa oeste da Ásia Menor (atual Turquia), as ilhas do mar Jônico e do mar Egeu e as regiões sudoeste e sul da península itálica (Magna Grécia). Durante o reinado de Alexandre, o Grande, incorpora também o norte do Egito. […]
'É Possível Sair do Sofrimento', ou 'Uma Poética do Espaço'. Estamos imersos no nosso próprio sofrimento. A cada evento que consideramos desagradável reagimos com desarmonia, com mais desagrado e assim geramos mais sofrimento. A esse círculo vicioso e condicionado o budismo chama “Samsara”.